[{dDt_Noti:"26/05/2011",sHr_Noti:"10:32",sDc_Titulo:"Custo da construção está 2,03% mais caro em maio, diz FGV",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O brasileiro gastou 2,03% a mais para construir em maio, segundo a inflação dos materiais de construção medida pelo INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção), da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quinta-feira (26). No período, o indicador variou 1,28 ponto percentual na comparação com abril, quando os preços aumentaram 0,75%. Nos últimos 12 meses, a inflação dos materiais, que é calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresentou variação de 8,18% e, no acumulado do ano, a alta foi de 4,04%. Grupos O conjunto de produtos e serviços do grupo Materiais e Equipamentos ficou 0,43% mais caro neste mês, resultado maior que o de abril, que foi de 0,4%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para instalação (-0,01% para 0,98%), materiais para acabamento (0,54% para 0,59%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,12% para 0,18%). No que diz respeito ao grupo Serviços, a variação dos preços foi de 0,53% este mês, maior frente à taxa de 0,21% verificada em abril. Neste grupo, os destaques foram: serviços técnicos (de 0,12% para 1,01%). Já em Mão de Obra, o reajuste ficou em 3,7% em maio. No mês passado, a taxa havia sido de 1,16%. Influências No geral, as maiores influências que contribuíram para o aumento apurado no mês de maio foram as seguintes: ajudante especializado (de 1% para 3,72%), servente (de 1,17% para 3,79%), pedreiro (de 1,41% para 3,72%), carpinteiro (de 1,19% para 3,52%) e engenheiro (de 1,24% para 3,52%). Por outro lado, os produtos que impediram um aumento mais intenso da inflação neste mês foram: vergalhões e arames de aço ao carbono (de 1,04% para -0,94%), placas cerâmicas para revestimento (de 0,82% para -0,58%), tábua de 3ª (de 0,45% para -0,04%), condutores elétricos (de -2,11% para 0%) e taxas de serviços e licenciamento, que não registraram variação de preços. Capitais Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, quatro apresentaram aceleração dos preços, conforme mostra tabela a seguir: Cidade Abril de 2011 (%)Maio de 2011 (%) Salvador 3,01 2,18 Brasília 0,02 2,95 Belo Horizonte 0,25 0,38 Recife 0,13 0,37 Rio de Janeiro 2,63 2,39 Porto Alegre 0,82 0,28 São Paulo 0,21 2,77",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"6d010000"},{dDt_Noti:"20/05/2011",sHr_Noti:"11:54",sDc_Titulo:"Feirão de Imóveis da Caixa começa nesta sexta no Rio de Janeiro",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O Rio de Janeiro recebe, a partir desta sexta-feira (20), o Feirão da Casa Própria, realizado pela Caixa Econômica Federal. Além da capital fluminense, a sétima edição do evento também começa nas cidades de Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Brasília (DF), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Os visitantes dessas localidades poderão comprar os imóveis até o dia 22 de maio. Em Belém (PA), o Feirão acontecerá entre os dias 3 e 5 de junho, enquanto Florianópolis (SC) encerra o evento, nos dias 10, 11 e 12 de junho, conforme a tabela a seguir: Calendário dos feirões Feirão Data Local Belo Horizonte (MG) 20/05 até 22/05 Pavilhão 2 do ExpoMinas Brasília (DF) 20/05 até 22/05 Centro de Convenções Ulysses Guimarães Campinas (SP) 20/05 até 22/05 Parque Dom Pedro Shopping Recife (PE) 20/05 até 22/05 Centro de Convenções Rio de Janeiro (RJ) 20/05 até 22/05 Rio Centro Porto Alegre (RS) 20/05 até 22/05 Fiergs Belém (PA) 03/06 até 05/06 Hangar - Centro de Convenções Florianópolis (SC) 10/06 até 12/06 Centro de Convenções Condições De acordo com a Caixa, as linhas de financiamento para a casa própria possuem prazo de pagamento de até 30 anos e atendem a todas as faixas de renda familiar. Os juros podem variar de 4,5% até 13,5% ao ano, mais TR (taxa referencial), para todas as modalidades de financiamento. Os interessados podem financiar até o valor total do imóvel que pretendem adquirir, segundo a instituição. Atendimento Para quem quiser adquirir um imóvel durante o Feirão, é necessário levar documentos como RG, CPF e comprovantes de renda (três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, para o caso de renda informal), segundo a Caixa. Ainda de acordo com o banco, os futuros compradores também podem obter informações em todas as agências da Caixa, pelo serviço de atendimento ao cliente do banco ou pelo site do feirão - www.feirao.caixa.gov.br. Outra opção na internet é o simulador habitacional, que pode ser acessado no portal da instituição e que permite calcular e visualizar vários cenários e valores. Primeira etapa: R$ 4,5 bilhões A primeira etapa do Feirão encerrou suas atividades no último domingo (15), com um total de R$ 4,5 bilhões entre negócios fechados e encaminhados na capital paulista, Salvador, Fortaleza, Curitiba e Uberlândia. Passaram pelos feirões um total de 182 mil visitantes. Apenas na cidade de São Paulo, foram assinado 14.998 contratos, o que representa um volume de R$ 2,025 bilhões. E os três dias de evento registraram a visita de 73.082 pessoas no Centro de Exposições Imigrantes.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"69010000"},{dDt_Noti:"20/05/2011",sHr_Noti:"11:53",sDc_Titulo:"Vendas da indústria de material de construção recuaram 1,41% em abril",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em abril apresentou queda de 1,41%, em relação ao mesmo mês de 2010. É o que revela uma pesquisa, divulgada nesta quinta-feira (19), pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Na comparação com o mês anterior, o recuo no faturamento foi ainda maior, de 4,14%. Já no acumulado do ano, o setor registra crescimento de 0,96%, enquanto em 12 meses a expansão é de 6,14%. Para o presidente da entidade, Melvyn Fox, apesar da queda apresentada no último mês, os dados relacionados aos últimos 12 meses indicam que #ASPAS#o setor continuará crescendo e acompanhará a tendência da economia brasileira como um todo#ASPAS#. Materiais de base e acabamento Na análise dos segmentos, o estudo indica que o faturamento com as vendas de materiais básicos recuou 2,47% nos quatro primeiros meses do ano, na comparação com igual período do ano passado. Em abril, também houve queda, de 5,44%, frente ao mesmo mês de 2010. Na comparação com o março, as vendas caíram 5,34%. Já nos últimos 12 meses, foi registrado crescimento de 3,25%. Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão, de 7,87% no acumulado do ano, em relação ao ano anterior. No quarto mês do ano, o faturamento registrou alta de 7,08% em relação ao mesmo período de 2010. Já no confronto com o mês anterior, as vendas apresentaram queda de 1,83%. Frente aos últimos 12 meses, houve alta de 11,91%. Nível de emprego Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, a pesquisa mostra que em abril houve avanço de 3,57%, em relação ao mesmo mês de 2010. Na comparação com março deste ano, houve baixa de 2,79%. Na indústria de materiais básicos, o número de empregados em abril cresceu 2,27%, ante o mesmo período de 2010. No confronto com o mês anterior, houve queda de 4,46%. Já na indústria de materiais de acabamento, o número de funcionários em abril cresceu 6,23% em relação ao mesmo mês de 2010. Frente a março de 2011, houve crescimento de 0,70%. Expectativa para os próximos meses Para os próximos meses, as expectativas da Abramat são positivas, apontando para a manutenção do crescimento da construção civil, apoiada na continuidade da desoneração do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) dos materiais até dezembro, no crescimento da oferta de crédito imobiliário e nos avanços do Minha Casa Minha Vida e do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"68010000"},{dDt_Noti:"17/05/2011",sHr_Noti:"10:35",sDc_Titulo:"Financiamento de imóvel com recursos da poupança bate recorde em março",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Em março, foram emprestados R$ 6,21 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 51% frente ao mesmo período do ano passado e de 21% em relação a fevereiro deste ano. O montante representa a melhor marca na história do sistema, segundo os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Considerando os últimos 12 meses, o saldo de financiamentos atingiu R$ 62,2 bilhões, uma alta de 63% em relação aos 12 meses finalizados em março de 2010. Unidades financiadas O número de unidades financiadas em março somou 37 mil. Em comparação com março de 2010, houve crescimento de 29%. Em 12 meses, foram financiados 451 mil imóveis, 39% a mais do que o apurado nos 12 meses anteriores. Este resultado, segundo a Abecip, mostra que o bom desempenho do crédito imobiliário está se mantendo em 2011. Captação líquida Em março, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) foi, pela primeira vez no ano, positiva, em R$ 461 milhões, o que se explica pela recomposição da renda livre dos trabalhadores, depois do término do período de pagamento das contas usuais no início de ano. O saldo das contas de poupança atingiu a marca de R$ 304,7 bilhões em março e superou em 17% o saldo do terceiro mês do ano passado.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"63010000"},{dDt_Noti:"17/05/2011",sHr_Noti:"10:32",sDc_Titulo:"Programas habitacionais podem ter de construir imóveis térreos para idosos",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Foi para a sanção presidencial o Projeto de Lei da Câmara 156/08, que modifica o Estatuto do Idoso e determina que os programas habitacionais destinados aos idosos devem dar preferência à construção de imóveis com piso térreo. O artigo 38 do Estatuto do Idoso estabelece que essa população tem prioridade na aquisição de imóveis em programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos públicos. Além disso, segundo a Agência Senado, 3% das unidades residenciais são reservadas para os idosos e elas devem ter implantação de equipamentos urbanos comunitários para eles, além de eliminação de barreiras arquitetônicas e urbanísticas, para garantir a acessibilidade. Os programas devem ter critérios de financiamento compatíveis com os redimentos de aposentadoria e pensão. Projeto A proposta de autoria do então deputado Tarcísio Zimmermann foi aprovada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, segundo a Agência Senado.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"62010000"},{dDt_Noti:"17/05/2011",sHr_Noti:"10:27",sDc_Titulo:"Venda de imóveis novos recua no primeiro trimestre do ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Nos três primeiros meses do ano, foram comercializados na capital paulista 4.265 imóveis residenciais novos. De acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o número apresenta recuo de 49,6% ante as 8.461 unidades vendidas em 2010. O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, ficou na média de 10,5% no trimestre inicial deste ano, inferior aos 20,2% do mesmo período de 2010. O cenário de queda de fato predomina, e os lançamentos recuaram neste início de ano, de acordo com dados apurados pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). No trimestre, foram registradas 5.033 unidades residenciais lançadas na cidade, 18,7% abaixo do total disponibilizado no primeiro trimestre do ano passado, de 6.193 moradias. Comparações Somente no mês de março, foram comercializadas 1.566 unidades, volume 16,2% inferior ao de fevereiro (1.869 unidades), e ainda 61,8% abaixo do registrado no mesmo período de 2010. O VSO médio da cidade de São Paulo foi de 11,5%, diante dos 13,2% de fevereiro e dos 28,2% de março de 2010. O nicho de 2 dormitórios ocupou novamente a liderança em termos de comercialização, com escoamento de 754 unidades, equivalente a 48,1% do total. Imóveis de 3 dormitórios aparecem em seguida, com 411 unidades e 26,2% de vendas do mês. Apesar de, em geral, concentrar unidades diferenciadas e ter reduzida participação, o segmento de um quarto merece menção em março. A pesquisa indica que as 193 unidades vendidas equivalem a 12,3% do total negociado, quando, historicamente, o nicho contribuiu com apenas 7% do volume comercializado. Novo cenário econômico Em geral, o ambiente econômico registra um novo momento menos favorável em relação ao início de 2010, com perspectiva de aumento da inflação e consequente elevação das taxas de juros. Em março de 2010, o Brasil estava #ASPAS#a todo vapor#ASPAS#, com notícias positivas e grande expectativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) Porém, o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, considera fundamental aguardar os resultados dos próximos meses para traçar uma tendência sobre o comportamento do mercado imobiliário durante o ano. #ASPAS#Por enquanto, fica a impressão de desaceleração no ritmo de comercialização para um ajuste técnico devido à valorização dos imóveis e dos insumos. Além da perspectiva de retomada do crescimento gradual, com concentração do volume de negócios no segundo semestre, conforme acontece tradicionalmente#ASPAS#, avalia. Região Metropolitana Considerando toda a Região Metropolitana do estado paulista, em março, foram vendidas 3.899 unidades, o que significa que 59,8% do total foi negociado nos demais municípios que compõem a região, e apenas 40,2% na capital. #ASPAS#Essa relação entre Capital e Região Metropolitana evolui em tendência decrescente, conforme temos comentado nas pesquisas anteriores. Se a legislação não for revista, a tendência será irreversível#ASPAS#, alerta Petrucci. Segundo o Secovi, mesmo considerando a Região Metropolitana, houve significativo recuo no número de lançamentos. Em março, foram lançados 3.002 imóveis, contra 5.485 unidades de fevereiro (-45,3%) e 6.900 em março de 2010 (-56,5%).",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"60010000"},{dDt_Noti:"16/05/2011",sHr_Noti:"10:25",sDc_Titulo:"SP: mais de 14 mil contratos são fechados no Feirão de Imóveis da Caixa",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O 7º Feirão Caixa da Casa Própria encerrou suas atividades no último domingo (15), com um total de 14.998 contratos assinados no local e os já negociados, o que representa um volume de R$ 2,025 bilhões. Nos três dias de evento, foi registrada a visita de 73.082 pessoas no Centro de Exposições Imigrantes. O superintendente regional Paulista da Caixa, Válter Nunes, informou que as agências do banco continuam a atender as pessoas interessadas em financiar a casa própria, com as mesmas condições do Feirão, e que o site www.feirao.caixa.gov.br permanece disponível aos interessados. #ASPAS#Isso garante a oportunidade de fechamento de novos negócios e a realização dos sonhos de quem deseja comprar a primeira casa#ASPAS#, salienta. Além da capital paulista, o Feirão também esteve em Slavador, Fortaleza, Curitiba e Uberlândia, somando 182 mil visitantes e superando o volume de R$ 4,5 bilhões entre negócios fechados e encaminhados. Imóveis para todas as rendas No evento em São Paulo foram oferecidos mais de 195 mil imóveis, o que representa crescimento de 28% em relação à oferta de 2010 (151 mil unidades). Desse total, 147.747 imóveis eram usados e 47.573 novos ou em construção, dos quais 38.210 estavam enquadrados no Programa Minha Casa, Minha Vida - 9% a mais do que na edição anterior. #ASPAS#Estamos satisfeitos, pois a cada ano o perfil do público que visita o Feirão tem se mostrado mais adequado à oferta de imóveis oferecidos no evento. E aqui havia imóveis para todas as faixas de renda#ASPAS#, explicou Nunes. Participações Participaram desta edição 95 construtoras, 133 imobiliárias e parceiros institucionais, como o CRECI (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis) e os cartórios, que ocuparam uma área de 22 mil metros quadrados. Neste ano também foi mantida a parceria com a ANOREG (Associação dos Notários e Registradores do Brasil) e a ARISP (Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo), que ofereceu a imagem da matrícula dos imóveis, dando maior segurança ao comprador. Novas cidades contempladas No próximo final de semana, de 20 a 22 de maio, o Feirão estará em mais seis cidades: Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. Entre 3 e 5 de junho, será a vez de Blém e, por fim, de 10 a 12 de junho, Florianópolis encerrará o ciclo de 2011.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"5d010000"},{dDt_Noti:"13/05/2011",sHr_Noti:"14:25",sDc_Titulo:"Caixa prevê crescimento de 25% no crédito imobiliário em 2011",sDc_Texto:"O presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, disse nesta sexta-feira (13) que prevê um crescimento de 25% no crédito imobiliário concedido pelo banco em relação ao ano passado. Em 2010, foram R$ 77,8 bilhões, o melhor ano da história do banco para o setor. A previsão, segundo Hereda, está bem acima das expectativas internas da Caixa para o ano, que seriam em torno de R$ 82 bilhões (o que representaria alta de 5,4% sobre o ano passado). #ASPAS#Vamos ter um crescimento esse ano de 25% em relação ao ano passado, é a minha expectativa, embora internamente as nossas metas estejam em torno de R$ 81, R$ 82 bilhões#ASPAS#, afirmou o presidente após participar da abertura do 7º Feirão da Caixa, no acontece até domingo no centro de exposições Imigrantes, em São Paulo. Presidente da Caixa, Jorge Hereda, durante coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (13) (Foto: Ligia Guimarães/G1)Presidente da Caixa, Jorge Hereda, durante coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (13) (Foto: Ligia Guimarães/G1) Para Hereda, a preocupação do governo com a inflação e a preocupação do Banco Central com a expansão do crédito não se aplica ao mercado de habitação. Segundo o executivo, as ações recentes do governo têm o objetivo de frear o consumo para conter a inflação, e não o crédito de longo prazo. #ASPAS#Eu acho que a gente tem que separar as duas coisas, o crédito de curto prazo do habitacional. As condições que a gente vive hoje em relação ao ano passado são muito semelhantes às do ano passado#ASPAS#, afirmou. #ASPAS#Eu posso assegurar que o crescimento continua#ASPAS#. De acordo com o executivo, a Caixa já concedeu até a semana passada o mesmo volume de crédito liberado no mesmo período do ano passado. O resultado é inesperado, na avaliação dele, já que este ano ainda não foram realizadas contratações de financiamento do programa #ASPAS#Minha Casa, Minha Vida#ASPAS# na faixa de zero a três salários mínimos, porque as regras para esse nicho na etapa 2 do programa ainda estão sendo fechadas pelo governo. Estiveram presentes no evento o prefeito de SP, Gilberto Kassab, e o prefeito de São bernardo do Campo, Luiz Marinho (Foto: Ligia Guimarães/G1)Estiveram presentes no evento o prefeito de SP, Gilberto Kassab, e o prefeito de São bernardo do Campo, Luiz Marinho (Foto: Ligia Guimarães/G1) #ASPAS#No ano passado nesse mesmo período, tínhamos uma parcela significativa de contratação de zero a três salários mínimos no 'Minha Casa', e este ano só vamos começar no segundo semestre. Por isso eu acredito que se compararmos só o financiamento na faixa de três a dez salários mínimos, estamos crescendo algo de 14% no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo)#ASPAS#, diz. Também estiveram presentes no evento o prefeito de SP, Gilberto Kassab, e o prefeito de São bernardo do Campo, Luiz Marinho. Kassab disse em seu discurso que o setor de construção civil é o principal gerador de emprego da cidade de SP e afirmou que pretende, até o final do seu mandato, reduzir em 200 mil o numero de familias de baixa renda que moram em condições inadequadas na capital. #ASPAS#No começo (do mandato de Kassab) havia 800 mil familias morando em condições inadequadas. Ao final destes oito anos de gestão, deixaremos 600 mil famílias#ASPAS#, afirmou. Feirão Começou nesta sexta o Feirão da Casa Própria, da Caixa Econômica Federal, que deve oferecer 450 mil imóveis entre novos, usados e na planta. Neste fim de semana o evento começa em São Paulo, Uberlândia (MG), Curitiba, Fortaleza e Salvador. A Caixa informou que o evento ainda vai para Belo Horizonte, Campinas, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belém e Florianópolis nos próximos finais de semana, até 12 de junho. No total, serão 700 construtoras e mais de 500 imobiliárias.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"presidente da caixa.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"59010000"},{dDt_Noti:"13/05/2011",sHr_Noti:"10:10",sDc_Titulo:"Programa Minha Casa, Minha Vida deve entregar 300 mil casas até o final do ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O Programa Minha Casa, Minha Vida deve entregar 300 mil moradias até o final do ano, ainda referentes à primeira fase, segundo a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães. Até 2014, já em sua segunda etapa, o Programa deverá ter construído 2 milhões de residências, com R$ 71,7 bilhões de investimentos da União, segundo a secretária. De acordo com a Agência Brasil, R$ 62,2 bilhões sairão do Orçamento Geral da União, dinheiro previsto pela Medida Provisória 514, aprovada na última terça-feira (10) pelo Senado. O valor restante (R$ 9,5 bilhões) será financiado com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Ajustes da segunda fase A segunda fase do programa terá alguns ajustes em relação à primeira etapa, segundo Inês. Entre eles, a mulher chefe de família poderá firmar contrato, mesmo sem o aval do marido. Segundo Inês, para o programa, o conceito de família é geral e inclui os casos de união homoafetiva. #ASPAS#Não há necessidade de inovação#ASPAS#, disse. Nos financiamentos efetuados pela Caixa Econômica Federal, esse preceito também é utilizado, já que não é preciso ser casado para financiar, apenas apresentar renda conjunta e habitar no mesmo imóvel. Segundo a secretária, 60% das unidades habitacionais serão reservadas para famílias com renda mensal até R$ 1.395, diferentemente da etapa anterior, quando havia mais flexibilidade em relação à renda familiar até o limite de dez salários mínimos. Ainda de acordo com Inês, também está prevista, na nova fase do programa, a possibilidade de aumento da verticalização dos prédios de apartamentos em áreas urbanas centrais, que possuem infraestrutura consolidada, para que o andar térreo possa ser usado como unidade comercial e ajude no pagamento de gastos do condomínio.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"56010000"},{dDt_Noti:"13/05/2011",sHr_Noti:"10:08",sDc_Titulo:"Quer sair do feirão com um imóvel? Fique atento à documentação",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O feirão da casa própria da Caixa Econômica Federal começa nesta sexta-feira (13). Até o próximo dia 15, cerca de 195 mil imóveis serão oferecidos aos consumidores paulistas. E quem quiser sair do evento com o contrato assinado precisa adotar alguns cuidados e ficar atento à documentação. De acordo com o gerente regional de Construção Civil da Caixa, Nédio Henrique Rosselli Filho, para entrar no feirão pronto para comprar um imóvel, o consumidor precisa ter em mãos documento de identidade, CPF, comprovante de estado civil, de residência e de renda. Se a ideia é comprar com o cônjuge, os dois devem levar seus próprios documentos. Se o consumidor for utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) no financiamento, ele deve comprovar que não tem nenhum imóvel em seu nome. #ASPAS#Para isso, ele pode levar a declaração do Imposto de Renda e, se não tiver, ele assina uma declaração lá mesmo#ASPAS#, afirma Rosselli Filho. O imóvel Para a edição deste ano, a Caixa oferece em São Paulo mais de 47 mil imóveis novos, em construção, e outros 147 mil imóveis usados. Segundo Rosselli Filho, aqueles que quiserem fechar negócio não precisam se preocupar com os imóveis novos. #ASPAS#Todos já tiveram a avaliação de engenharia e jurídica aprovada#ASPAS#, afirma. Quanto aos imóveis usados, o executivo explica que no feirão haverá um estande do cartório, que verificará para o candidato à compra se o imóvel que ele está de olho tem algum problema. #ASPAS#Lá, ele visualizará a matrícula do imóvel e verá se ele não tem algum tipo de litígio#ASPAS#, diz. Entre os problemas mais comuns com imóveis usados, estão as dívidas, a hipoteca e o espólio não resolvido na Justiça. Outro problema comum, na avaliação de Rosselli, é a área do imóvel, que pode não ser compatível com o que está sendo oferecido. #ASPAS#Alguma ampliação no imóvel pode não ter sido registrada#ASPAS#, considera. Sem pressa Apesar de ser possível fechar o contrato de compra do imóvel no feirão, o executivo alerta que o evento serve para os consumidores analisarem as oportunidades. O fechamento do contrato deve ser feito com cuidado e sem pressa. #ASPAS#A compra de um imóvel é um financiamento de longo prazo, que vai de 20 a 30 anos. Então, para ele não ter dúvidas, o consumidor tem que visitar o imóvel#ASPAS#, afirma Rosselli. Ele ainda alerta que a decisão de adquirir a casa própria deve vir de uma análise bem madura, para que não haja qualquer tipo de problema nem desistências",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"55010000"},{dDt_Noti:"12/05/2011",sHr_Noti:"14:55",sDc_Titulo:"Com crédito, setor da construção civil pode crescer acima do PIB em 2011",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O acesso ao crédito e o crescimento da renda no Brasil ainda devem continuar influenciando o crescimento do setor da construção civil neste ano. Estudo feito pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgado nesta quinta-feira (12), mostra que a expectativa é que o segmento cresça 8,5% neste ano, acima do crescimento previsto para o PIB (Produto Interno Bruto), de 4,5%. Apesar da boa perspectiva, os pesquisadores do Dieese apontam que a instabilidade conjuntural deste ano e a desaceleração econômica tornam difíceis previsões do nível de atividade do segmento de materiais de construção. Mas dizem que o consumo deve desacelerar. #ASPAS#O consumo deve ter o ritmo reduzido devido à queda da renda real, decorrente da aceleração inflacionária, do reajuste do salário mínimo sem ganho real, de medida de restrição ao crédito e do aumento da taxa básica de juros#ASPAS#. Investimentos Para o Dieese os investimentos públicos e privados, além de programas como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Minha Casa, Minha Vida, estimularam o crescimento do segmento em 2010 e são os fatores que devem ajudar a compor um cenário positivo para o setor em 2011, apesar de uma possível redução no ritmo de consumo. Além disso, o estudo cita a Copa de 2014 como um dos pilares para o crescimento. #ASPAS#Para o Brasil receber a Copa do Mundo de Futebol em 2014, será necessária a realização de obras e empreendimentos nas cidades que sediarão os jogos, com o objetivo de melhorar aspectos relacionados, entre outros, à mobilidade urbana e às instalações de estádios e arenas esportivas#ASPAS#, consideraram os pesquisadores. Para o evento, estão previstos mais de R$ 17 bilhões em investimentos, dos quais R$ 11,4 bilhões serão destinados para mobilidade urbana e R$ 5,7 bilhões para os estádios. O estudo aponta também que o forte crescimento do setor ainda não refletiu na melhora das condições de trabalho e de renda dos trabalhadores da construção civil. #ASPAS#Mesmo com o movimento de formalização, ocorrido em 2010, e as conquistas nas negociações coletivas, o setor ainda apresenta altos índices de informalidade e de rotatividade#ASPAS#, avaliam os pesquisadores no estudo. Crescimento contínuo e sustentável Com o cenário favorável, espera-se um bom desempenho do setor, como o ocorrido em 2010, quando o crédito e queda nos juros ajudaram a construção civil a se estabelecer. O aumento nos investimentos no setor resultou em 2010 também em uma alta no aporte de financiamentos imobiliários, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que alcançou os R$ 83,9 bilhões. Os valores contratados nos financiamentos com recursos do FGTS cresceram 73%. E a quantidade de unidades adquiridas ficou 57% maior que a de 2010. Já os financiamentos por meio da Poupança SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) aumentaram 65% e o número de unidades contratadas cresceu 39%. Os números apontam para um crescimento sustentável do segmento de materiais de construção. Entre 2005 e 2009, a construção civil cresceu cerca de 10% ao ano, depois de um período de estagnação de 20 anos.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"53010000"},{dDt_Noti:"11/05/2011",sHr_Noti:"10:31",sDc_Titulo:"MP que muda regras do Minha Casa, Minha Vida aguarda sanção presidencial",sDc_Texto:"SÃO PAULO - A MP (Medida Provisória) 514/10, que muda as regras do Minha Casa, Minha Vida, foi aprovada nesta terça-feira (10) pelo Senado Federal e aguarda agora sanção presidencial. A medida, conforme publicado pela Agência Senado, eleva de R$ 14 bilhões para R$ 16,5 bilhões as transferências da União para o FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), que financia o programa, no período de 2011 a 2014. A MP, que teve como relator no Senado o senador Waldemir Moka (PMDB-MS), estabelece ainda um teto para que as famílias sejam beneficiadas pelo programa, no valor de R$ 4.650. Antes, o valor máximo era de dez salários mínimos, o que equivalia a R$ 5.450 pelos valores atuais. A justificativa para a mudança é de que as famílias de baixa renda poderão se adequar melhor às novas regras. Objetivos A alteração do programa teve como um dos objetivos tornar as normas mais claras, facilitando o entendimento da população. Além da transferências de recursos para o FAR, a MP manteve permissão para a União transferir recursos no valor de R$ 500 milhões para o FDS (Fundo de Desenvolvimento Social). O PNHU (Programa Nacional de Habitação Urbana) e o PNHR (Programa Nacional de Habitação Rural) também foram alcançados pela medida.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"50010000"},{dDt_Noti:"07/05/2011",sHr_Noti:"15:01",sDc_Titulo:"SP: financiamento imobiliário supera compras de imóveis à vista em quase todo estado",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O financiamento imobiliário superou as compras à vista de imóveis usados em três das quatro regiões do estado de São Paulo analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) em fevereiro. De acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (6), na região que compreende o ABCD, Guarulhos e Osasco, a maioria (58,82%) das vendas de imóveis usados registradas no primeiro mês do ano foram feitas por meio de financiamento, enquanto os pagamentos à vista chegaram a 40,59%. No interior, os imóveis financiados também representaram mais da metade (55,03%) do total vendido, enquanto os pagamentos à vista corresponderam a 41,12%. Já na capital paulista, 48,33% dos imóveis vendidos em fevereiro utilizaram o financiamento como forma de pagamento, enquanto 37,08% das vendas foram à vista. Por outro lado, no litoral do estado, predominaram as compras à vista, que representaram 66,06% do total de imóveis usados comercializados nessa região. Outros 27,07% foram financiados. Financiamento pela Caixa A pesquisa do Creci-SP ainda aponta que os financiamentos feitos pela CEF (Caixa Econômica Federal) prevalecem. Neste caso, em fevereiro, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco se destacou novamente, pois no conjunto destas cidades as transações feitas pelo banco representaram 49,41% das vendas. No interior, 42,60% das vendas foram financiadas pelo banco e, na capital paulista, 33,75% financiaram o imóvel usado por meio da Caixa. Já no litoral, os financiamentos feitos pela Caixa chegaram a 19,27% do total das comercializações. Outras formas de pagamento Ainda segundo o Creci-SP, os paulistas também negociaram a compra do imóvel usado diretamente com o proprietário. Na capital, 13,75% das vendas foram feitas dessa forma. No interior, 3,25% das vendas foram feitas diretamente com o proprietário. No litoral e na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, a participação atingiu 6,42% e 0,59%, respectivamente. Já as compras por meio de consórcio tiveram registro na capital, interior e litoral, representando 0,83%, 0,59% e 0,46%, respectivamente, do total de negócios realizados. No ABCD, Guarulhos e Osasco não foi registrada essa forma de pagamento. Vendas No segundo mês do ano, as vendas de imóveis usados no estado de São Paulo aumentaram. Em fevereiro, nas 1.617 imobiliárias que constam na pesquisa, foram comercializadas 975 unidades, o que fez o índice de vendas subir 9,1%.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/comprar-um-imovel/noticia/2103872-financiamento+imobiliario+supera+compras+imoveis+vista+quase+todo+estado",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"4d010000"},{dDt_Noti:"05/05/2011",sHr_Noti:"17:33",sDc_Titulo:"Construtoras encontram dificuldades de produzir para o Minha Casa, Minha Vida",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Em São Paulo e nas demais capitais e regiões metropolitanas do país, as construtoras estão encontrando dificuldades para produzir para o programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida. Segundo o sócio-proprietário da imobiliária Ato, André Luiz de Souza, a grande disponibilidade de crédito e o avanço da produção habitacional fizeram com que o preço dos terrenos subisse, impossibilitando a construção de unidades que atendam, sobretudo, a faixa de renda entre zero e três salários mínimos. #ASPAS#O programa não está conseguindo atender com preferência os que mais precisam, que são os moradores das grandes cidades que estão indo hoje adensar favelas e construir nas lajes (.) Toda essa disponibilidade de crédito está indo para o preço do terreno e, com isso, é muito difícil produzir uma unidade de R$ 50 mil, R$ 60 mil, que é o valor total da unidade fixado para a faixa de renda mais baixa#ASPAS#, diz. O programa Lançado pelo governo em 2009, o programa Minha Casa, Minha Vida criou incentivos em forma de subsídios (o governo paga parte do imóvel) para quem recebe até dez salários mínimos, desde que o valor da casa própria não ultrapasse o teto estabelecido para a cidade onde a propriedade será financiada. Os subsídios são de até R$ 23 mil e os juros são de 5% ao ano para quem recebe até R$ 2.325, de 6% ao ano para os que ganham de R$ 2.325 a R$ 2.790, e de 8,16% ao ano para aqueles com renda entre R$ 2.790 e R$ 4.900. Na opinião de Souza, o programa traz uma série de benefícios à população de baixa renda e está funcionando bem no interior, mas ainda precisa ser aperfeiçoado para que, de fato, atenda às necessidades da população mais pobre. #ASPAS#Se os usados fossem incluídos no programa, ele se tornaria muito mais viável à solução do deficit de moradias que há anos atinge uma boa parcela da população#ASPAS#.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Infomoney",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"4a010000"},{dDt_Noti:"04/05/2011",sHr_Noti:"10:35",sDc_Titulo:"Caixa promove feirão de Imóveis em 13 cidades brasileiras",sDc_Texto:"SÃO PAULO - A Caixa Econômica Federal vai promover a sétima edição do Feirão da Casa Própria, entre os dias 13 de maio e 12 de junho, em 13 cidades brasileiras. Os moradores de São Paulo, Uberlândia, Curitiba, Fortaleza e Salvador poderão comprar os imóveis no Feirão de 13 a 15 de maio. Entre os dias 20 e 22 do mesmo mês é a vez de Belo Horizonte, Campinas, Brasília, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Em Belém, o evento acontecerá entre os dias 3 e 5 de junho enquanto Florianópolis encerra o feirão de 10 a 12 de junho, conforme a tabela a seguir: Calendário dos Feirões Feirão Data Local São Paulo - SP 13/05 até 15/05 Centro de Exposições Imigrantes Uberlândia - MG 13/05 até 15/05 UB - Center Convencion Curitiba - PR 13/05 até 15/05 Morumbi Expo Center Fortaleza - CE 13/05 até 15/05 Centro de Convenções Salvador - BA 13/05 até 15/05 Centro de Convenções Belo Horizonte - MG 20/05 até 22/05 Pavilhão 2 do ExpoMinas Brasília - DF 20/05 até 22/05 Centro de Convenções Ulysses Guimarães Campinas -SP 20/05 até 22/05 Parque Dom Pedro Shopping Recife - PE 20/05 até 22/05 Centro de Convenções Rio de Janeiro - RJ 20/05 até 22/05 Rio Centro Porto Alegre - RS 20/05 até 22/05 Fiergs Belém - PA 03/06 até 05/06 Hangar - Centro de Convenções Florianópolis - SC 03/06 até 05/06 Centro de Convenções Fonte: Serasa Experiam 450 mil ofertas De acordo com a Caixa, o Feirão, que é considerado o maior evento do setor, deve impulsionar o segmento habitacional, com mais 450 mil ofertas de imóveis, entre novos, usados e na planta. #ASPAS#A compra do imóvel é facilitada pelo fato de o evento reunir, num único espaço, todos os agentes da cadeia da habitação, como construtoras, corretores, cartórios e técnicos da Caixa, responsáveis por analisar e liberar os financiamentos, o que poupa tempo e dinheiro para o comprador#ASPAS#, diz o presidente da Caixa, Jorge Hereda. Este ano, o evento contará com cerca de 700 construtoras, e mais de 500 imobiliárias. Condições De acordo com a Caixa, as linhas de financiamento para a casa própria possuem prazo de pagamento de até 30 anos e atendem a todas as faixas de renda familiar. Os juros podem variar de de 4,5% até 13,5% ao ano, mais TR, para todas as modalidades de financiamento. Os interessados podem adquirir seu imóvel próprio com financiamento de até 100% do valor total, segundo a instituição. Atendimento Para quem quiser adquirir um imóvel durante o Feirão, é necessário levar documentos como RG, CPF e comprovantes de renda (três últimos contracheques ou seis últimos extratos bancários, para o caso de renda informal), segundo a Caixa. De acordo com a Caixa, para aqueles que comprarem um imóvel, também é possível obter informações em todas as agências da Caixa, pelo Serviço de Atendimento ao Cliente do banco ou pelo site do Feirão: www.feirao.caixa.gov.br. Outra opção na internet é o simulador habitacional, que pode ser acessado no portal da instituição e que permite calcular e visualizar vários cenários e valores. Contratos habitacionais No primeiro trimestre de 2011, a Caixa assinou 226.381 contratos habitacionais, totalizando R$ 14,7 bilhões em financiamentos. De acordo com a instituição, 50% das famílias beneficiadas têm renda de até 10 salários mínimos. Ainda segundo a Caixa, 56% de todo o montante contratado no período foram destinadas para imóveis novos, o que corresponde a R$ 8,1 bilhões.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/comprar-um-imovel/noticia/2100579-caixa+promove+feirao+imoveis+cidades+brasileiras",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"47010000"},{dDt_Noti:"03/05/2011",sHr_Noti:"10:40",sDc_Titulo:"Material de construção: vendas no varejo cresceram 6,5% em abril",sDc_Texto:"SÃO PAULO - As vendas no varejo de material de construção apresentaram crescimento de 6,5% em abril, na comparação com março. No confronto com o mesmo mês do ano passado, a expansão foi de 3%. No primeiro quadrimestre do ano, frente ao mesmo período de 2010, o setor registra uma alta de 2,5%. Nos últimos 12 meses, o crescimento registrado foi de 9,5%. Os dados fazem parte de uma pesquisa realizada pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) em parceria com o Ibope Inteligência e divulgada nesta segunda-feira (2). Seguimentos Em relação aos segmentos, os dados indicam que nenhum setor apresentou queda em abril, frente ao mês anterior. Dos segmentos que se destacaram estão o de argamassas, com alta de 8,5%, e o de cimento (+6%). Já fios e cabos, metais sanitários e fios e tubos de PVC permaneceram estáveis. Para o presidente da entidade, Cláudio Conz, as perspectivas para o setor continuam bastante positivas. #ASPAS#A desaceleração prevista para a economia, nos próximos meses, não devera afetar substancialmente as vendas de material de construção#ASPAS#, afirma. Em relação ao cenário futuro, a Anamaco está otimista, já que a expectativa é que o setor de material de construção registre expansão de 8,5% em 2011, no confronto com o ano passado. #ASPAS#A recente aprovação pelo Congresso do novo programa Minha Casa, Minha Vida de 2 milhões de casas e a aceleração prevista do PAC darão sustentação às vendas no segundo semestre#ASPAS#, explica Conz. Em 2010, o setor teve um desempenho 10,6% superior a 2009, atingindo um faturamento recorde de R$ 49,80 bilhões.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/atividade-economica/noticia/2099220-material+construcao+vendas+varejo+cresceram+abril",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"45010000"},{dDt_Noti:"03/05/2011",sHr_Noti:"10:32",sDc_Titulo:"Custo da construção civil paulista sobe 0,22% em abril",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Os preços da construção civil paulista subiram 0,22% em abril, na comparação com março, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (2) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,46% no custo dos materiais de construção. O custo da mão de obra ficou praticamente estável no período, com leve alta de 0,04%, enquanto os custos administrativos mantiveram-se inalterados. Nos primeiros quatro meses, o CUB (custo unitário básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - acumula alta de 0,76%. Considerando os últimos 12 meses terminados em abril, os custos registram aumento de 5,59%. O custo da construção civil no estado de São Paulo ficou em R$ 909,09 por metro quadrado. Alta dos preços Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, nove registraram em abril aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), que foi de 0,45%. Os destaques vão para prego 18x27 c/cabeça (1,99%), aço 10mm (0,99%), placa cerâmica (azulejo) 15x15cm (0,94%), emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilização (0,82%), tubo de PVC-R rígido para esgoto 150 mm (0,81%), fio de cobre antichama isolante (0,61%), esquadrias de correr quatro folhas de alumínio 2,0x1,4m (0,6%) e vidro liso transparente 3mm sem colocação (0,47%).",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2099237-custo+construcao+civil+paulista+sobe+abril",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"44010000"},{dDt_Noti:"02/05/2011",sHr_Noti:"13:25",sDc_Titulo:"Idosos podem ter direito a 5% das moradias do Minha Casa, Minha Vida",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O Estatuto do Idoso reserva 3% das unidades residenciais de programas habitacionais públicos ou subsidiados com recursos estatais aos idosos. No entanto, esse percentual pode aumentar. Projeto de lei em análise na Câmara prevê que 5% das moradias do programa Minha Casa, Minha Vida sejam destinadas aos idosos. Segundo o autor do projeto (PL 185/11), deputado Weliton Prado (PT-MG), a população com mais de 65 anos costuma ser desprezada em financiamentos habitacionais, portanto, o Estado deve garantir condições especiais para que os idosos possam adquirir a casa própria. #ASPAS#Se o governo pretende realmente demonstrar que está preocupado com a solução dos problemas habitacionais das pessoas com idade mais avançada, nada mais justo do que elevar o percentual de moradias destinadas a esse público#ASPAS#, disse o deputado. Tramitação A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano, de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania, sem necessidade de ir para o Plenário. O projeto é identico ao PL 6743/10, do ex-deputado Silas Brasileiro, que foi arquivado ao final da legislatura passada.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"41010000"},{dDt_Noti:"27/04/2011",sHr_Noti:"10:39",sDc_Titulo:"Minha Casa, Minha Vida pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, pretende entregar 500 mil moradias até o fim do ano, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Conforme informações da Agência Brasil, Miriam afirmou que, até o momento, 250 mil unidades estão prontas e mais 250 mil serão construídas. #ASPAS#É importante saber que o Minha Casa, Minha Vida não é só recursos orçamentários, mas também do Fundo de Garantia. Esses recursos que são 5% superiores que os do ano passado serão suficientes para garantir o que está contratado ou em andamento. Até o final do ano serão 500 mil unidades#ASPAS#, disse. O programa tem apresentado resultados positivos, na avaliação da ministra. #ASPAS#Este é um programa exitoso, é fundamental para desenvolvimento do País. É um compromisso da atual presidenta manter a meta de 2 milhões de unidades, e os recursos previstos garantirão etapa a ser feita este ano#ASPAS#. Ajustes O Minha Casa Minha Vida, encontra-se em um momento importante de sua trajetória, no qual deverá se ajustar à nova fase da economia brasileira, afirmou o presidente da Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana. Para ele, mais de 30 milhões de pessoas passaram para a classe média e seria injusto que fossem excluídas do programa somente porque tiveram melhoria de renda. Crestana também avalia que as regras de entrega dos produtos à Caixa, e desta aos moradores, precisam melhorar, no sentido de evitar que o banco se torne uma mera administradora condominial, sobrecarregado com a tutela de milhares de moradias. Ainda, elementos como inflação e escassez de mão de obra exigem inovações tecnológicas, mais eficiência e qualidade.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2094276&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"3e010000"},{dDt_Noti:"26/04/2011",sHr_Noti:"10:39",sDc_Titulo:"Custo da construção acelera para 0,75% em abril, diz FGV",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O brasileiro gastou 0,75% a mais para construir no mês de abril, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (26). A variação é 0,31 ponto percentual maior do que a registrada em março, quando ficou em 0,44%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,01%, e no acumulado do ano a taxa é de 1,96%. Grupos O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,36% este mês, resultado inferior ao apurado em março, de 0,60%. Todos os quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,63% para 0,50%), materiais para instalação (0,91% para -0,01%), materiais para acabamento (0,66% para 0,54%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,29% para 0,12%). No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 1,16% este mês, maior frente à taxa de 0,27% verificada no terceiro mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,21% contra 0,46% registrado no mês anterior. Influências No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de abril foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,43% para 1%), servente (de 0,32% para 1,17%), pedreiro (de 0,21% para 1,41%), carpinteiro (de 0,20% para 1,19%) e engenheiro (de 0,16% para 1,24%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,83% para -2,11%), impermeabilizante (de 0,62% para -1,64%), compensados (de -0,26% para -0,52%), rodapé de madeira (de 1,57% para -0,76%) e argamassa (de 0,35% para -0,06%). Capitais Considerando as sete capitais estudadas pela FGV neste mês, duas apresentaram aceleração, conforme mostra tabela a seguir: Cidade Março de 2011 (%) Abril de 2011 (%) Salvador 0,62 3,01 Brasília 0,15 0,02 Belo Horizonte 0,54 0,25 Recife 0,33 0,13 Rio de Janeiro 0,35 2,63 Porto Alegre 1,02 0,82 São Paulo 0,34 0,21",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2093050&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"3c010000"},{dDt_Noti:"19/04/2011",sHr_Noti:"12:55",sDc_Titulo:"Cerca de 30 mil paulistanos mudarão para apartamentos até o final do próximo ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Segundo levantamento da Lello Condomínios, cerca de 30 mil paulistanos irão mudar de casas para apartamentos em condomínios residenciais da cidade de São Paulo até o final do próximo ano. Os futuros moradores de 300 dos 520 condomínios que serão entregues nos próximos dois anos fazem parte da classe C. Os imóveis de destino são empreendimentos com cerca de 120 apartamentos cada, duas torres, piscina e condomínio no valor de aproximadamente R$ 200,00. Os novos condomínios econômicos contarão com 37 mil apartamentos residenciais, com ocupação média de duas pessoas por unidade. O estudo também apontou que cerca de 40% dos moradores são condôminos que migram de casas para apartamentos. Perfil Casais jovens, na faixa etária entre 25 e 35 anos, com um filho e rendimento mensal conjunto de aproximadamente R$ 4 mil é o perfil da maior parte dos moradores de condomínios de médio padrão, lançados nos últimos anos. Angélica Arbex, gerente da Lello, observou que são pessoas que pela primeira vez terão de conviver com uma realidade totalmente nova, ou seja, uma vida em coletividade, tendo de acompanhar assembleias e efetuar o pagamento mensal do condomínio.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2089395-cerca+mil+paulistanos+mudarao+para+apartamentos+ate+final+proximo+ano",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"39010000"},{dDt_Noti:"18/04/2011",sHr_Noti:"11:00",sDc_Titulo:"Venda de imóveis novos recua no primeiro bimestre do ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Nos dois primeiros meses do ano, foram comercializados na capital paulista 2.699 imóveis residenciais novos. De acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o número apresenta recuo de 38,2% ante as 4.366 unidades vendidas em 2010. O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, ficou na média de 10% no bimestre inicial deste ano, inferior aos 16,2% do mesmo período de 2010. Embora o cenário de queda predomine, os lançamentos cresceram neste início de ano, de acordo com dados apurados pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). No bimestre, foram registradas 3.503 unidades residenciais lançadas na cidade, enquanto o total disponibilizado no primeiro bimestre do ano passado foi de 2.234 moradias. A alta de 56,8% no total lançado no bimestre, comparado com o mesmo período de 2010, ocorreu em consequência da elevação de produtos colocados no mercado em fevereiro, de 2.902 imóveis (aumento de 382,9% sobre janeiro último). Comparações Somente no mês de fevereiro, foram comercializadas 1.869 unidades, volume 125,2% superior ao de janeiro (830 unidades), porém 34,6% abaixo do registrado no mesmo período de 2010. O VSO médio da cidade de São Paulo foi de 13,2%, diante dos 6,7% de janeiro e dos 21,1% de fevereiro de 2010. O nicho de 2 dormitórios ocupou novamente a liderança em termos de comercialização, com escoamento de 777 unidades, equivalente a 41,6% do total. Imóveis de 3 dormitórios aparecem em seguida, com 603 unidades e 32,3% de vendas do mês. Das unidades negociadas em fevereiro, 89,1% possuíam área útil de até 130m² - ou seja, 1.666 imóveis em relação ao total de 1.869 comercializados. Unidades novas com área entre 45m² e 65m² mereceram destaque, com 38,8% (725 imóveis) do total negociado. Região Metropolitana Considerando toda a Região Metropolitana do estado paulista, em fevereiro, a venda de 3.728 unidades significou alta de 47,1% sobre o total escoado no primeiro mês do ano (2.535 imóveis). Frente ao mesmo período do ano passado, houve redução de 31,7%, quando foram vendidas 5.459 unidades. Metade das vendas foi concentrada na cidade de São Paulo. Segundo o Secovi, o comportamento reflete a nova condição do município, que chegou a representar mais de 70% das vendas até 2005, mas perdeu espaço para cidades vizinhas, devido à escassez de terrenos que viabilizem empreendimentos dentro dos padrões urbanísticos impostos pela prefeitura.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.infomoney.com.br/comprar-um-imovel/noticia/2088051-venda+imoveis+novos+recua+primeiro+bimestre+ano",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"34010000"},{dDt_Noti:"13/04/2011",sHr_Noti:"17:00",sDc_Titulo:"Empréstimos da CEF para casa própria mantêm ritmo de contratações de 2010",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Passados três meses de 2011, a CEF (Caixa Econômica Federal) emprestou R$ 14,7 bilhões em crédito para brasileiros realizarem o sonho de adquirir a casa própria. O montante, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (7), mostra a manutenção do ritmo de contratações apurado no mesmo período do ano passado, quando a instituição havia emprestado R$ 14,6 bilhões. SBPE e FGTS De modo geral, R$ 7,7 bilhões do total emprestado foram provenientes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e R$ 6,8 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O restante refere-se a recursos de outros programas. No primeiro trimestre de 2011, a CEF assinou 226.381 contratos, sendo que do total movimentado 56% foram destinados para os imóveis novos, o que equivale a R$ 8,1 bilhões. #ASPAS#Esses resultados demonstram a sustentabilidade do ciclo virtuoso do mercado imobiliário e reafirmam nossas expectativas quanto a um bom desempenho do crédito habitacional para o ano de 2011#ASPAS#, disse o presidente da instituição, Jorge Fontes Hereda. Minha Casa, Minha Vida Ainda conforme os números divulgados pela CEF, à nova versão do Minha Casa, Minha Vida já foram disponibilizados R$ 4,6 bilhões, com 64.422 unidades. Considerando os dois anos de criação do programa, mais de 1 milhão de moradias já foram financiadas.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2080865&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"30010000"},{dDt_Noti:"05/04/2011",sHr_Noti:"10:25",sDc_Titulo:"Financiamento de imóvel com recurso da poupança cresce 72% em um ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Em fevereiro, foram emprestados R$ 5,14 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 72% frente ao mesmo período do ano passado e de 10,5% em relação a janeiro deste ano. Desta forma, o saldo de financiamentos dos últimos 12 meses atingiu R$ 60,1 bilhões, uma alta de 66% em relação aos 12 meses finalizados em fevereiro de 2010, segundo os dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Unidades financiadas O número de unidades financiadas em fevereiro somou 35 mil. Em comparação com fevereiro de 2010, houve crescimento de 41%. Em relação a janeiro, quando 33 mil unidades foram financiadas, houve alta de 6%. Em 12 meses, foram financiados 442 mil imóveis, resultado 40% superior ao dos 12 meses anteriores. Este resultado, segundo a Abecip, se deve aos bons resultados de 2010 e ao início positivo de 2011. Captação líquida Em fevereiro, a captação líquida da poupança (depósitos menos saques) foi negativa em R$ 362 milhões, sendo que já havia sido negativa em no mês anterior, em R$ 200 milhões. #ASPAS#Historicamente, janeiro e fevereiro apresentam captação líquida negativa ou baixa, porque os poupadores estão sujeitos ao pagamento de IPTU, IPVA, matrículas escolares etc (...) Outro ponto que pode influenciar a captação da poupança, não apenas no início de cada ano, é a elevação das taxas de juros, abrindo espaço para a migração de ativos para outras modalidades de aplicação#ASPAS#, diz a Abecip. O saldo das contas de poupança atingiu a marca de R$ 302 bilhões em fevereiro e superou em 17% o saldo do segundo mês do ano passado.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"2b010000"},{dDt_Noti:"30/03/2011",sHr_Noti:"10:26",sDc_Titulo:"Novo presidente da CEF deve se concentrar no Minha Casa, Minha Vida, diz Mantega",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, deve manter concentração na ampliação do crédito à população de baixa renda e ao acompanhamento do Programa Minha Casa, Minha Vida. #ASPAS#É um trabalho diuturno, para que a gente possa cumprir as metas e objetivos que o governo estabeleceu#ASPAS#, afirmou Mantega, segundo a Agência Brasil. De acordo com o ministro, os principais desafios do novo presidente serão a habitação popular, o fornecimento de crédito à população de baixa renda e o acompanhamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Continuidade Mantega recomendou a Hereda que mantenha o trabalho da ex-presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. #ASPAS#Você tem a nossa confiança e terá o nosso apoio para fazer com que a Caixa fique ainda melhor do que conseguiu ser em 2010 e, daqui quatro anos, teremos a Caixa Econômica brilhando e competindo em todos os mercados financeiros#ASPAS#, afirmou o ministro. Entre as realizações de Maria Fernanda, Mantega destacou o aumento de crédito para pessoas físicas e jurídicas e o papel do banco na rápida superação da crise financeira internacional. Já na área imobiliária, o ministro destacou o avanço do financiamento, que passou de R$ 5 bilhões para R$ 75 bilhões ao ano.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2072651&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"24010000"},{dDt_Noti:"29/03/2011",sHr_Noti:"16:23",sDc_Titulo:"Crédito imobiliário se mantém aquecido e cresce 55,3% em um ano",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Dados divulgados nesta terça-feira (29) pelo Banco Central mostram que o crédito relacionado a imóveis continua aquecido no Brasil. Em 12 meses terminados em fevereiro, o saldo da modalidade cresceu 55,3%, para R$ 146,4 bilhões. Entre janeiro e fevereiro deste ano, por sua vez, o crescimento foi de 2,7%, conforme mostrou a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito. Recursos direcionados, que se referem aos compulsórios ou do governo, atingiram R$ 138,1 bilhões em fevereiro, com alta de 54% em 12 meses terminados em fevereiro e de 2,5% frente a janeiro deste ano. Os recursos livres para o crédito imobiliário somaram R$ 8,2 bilhões em fevereiro, alta de 81,3% frente ao mesmo período do ano passado e de 6,9% na comparação com janeiro, o que mostra um ritmo maior de crescimento desta modalidade, apesar da quantidade de crédito concedida por ela ser menor. Instituições financeiras O sistema financeiro público foi responsável por emprestar R$ 110,7 bilhões ao crédito habitacional - direcionada a pessoas físicas e cooperativas habitacionais - em fevereiro, uma alta de 52,6% em 12 meses e de 2,8% frente a janeiro. Já o sistema financeiro privado nacional respondeu por R$ 21,4 bilhões, alta de 55,2% em 12 meses e de 3,8% em um mês. No caso das instituições financeiras estrangeiras, o crédito habitacional subiu 0,6% entre janeiro e fevereiro e 33,9% em 12 meses, para R$ 14,2 bilhões no segundo mês deste ano.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2071764&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"22010000"},{dDt_Noti:"23/03/2011",sHr_Noti:"11:04",sDc_Titulo:"Até janeiro, R$ 58,9 mi do FGTS foram usados em consórcios de imóveis",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Um total de 3.430 participantes dos consórcios de imóveis utilizaram R$ 58,9 milhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar parcelas até janeiro de 2011. As novas regras para o uso do fundo entraram em vigor em março de 2010. O número de consorciados que empregaram o FGTS corresponde a 0,58% dos 582,3 mil participantes da categoria registrados no primeiro mês do ano. Os dados foram divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) nesta terça-feira (22). Ainda de acordo com a associação, as contemplações nos consórcios de imóveis registraram queda de 22,2%, na comparação com o mesmo mês de 2010, chegando a 5,6 mil. Em janeiro último, a comercialização de novas cotas chegou a 14,7 mil, o que representa estabilidade em relação ao ano anterior (14,6 mil). Geral Considerando todos os grupos - veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o número de participantes ativos no sistema de consórcio chegou a 4,07 milhões em janeiro de 2011, o que representa uma alta de 7,1% em comparação com o mesmo mês de 2010. As vendas de novas cotas cresceram 9,5%, na mesma base comparativa, chegando a 166,5 mil, enquanto as cotas contempladas somaram 82,5 mil.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2066786&path=/suasfinancas/imoveis/compra/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"19010000"},{dDt_Noti:"22/03/2011",sHr_Noti:"10:22",sDc_Titulo:"Vendas de imóveis novos em SP caem para o menor nível desde 2004",sDc_Texto:"ÃO PAULO - As comercializações de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caíram 45% no primeiro mês do ano, em relação à janeiro do ano passado, segundo levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Ao todo, foram comercializadas na capital paulista apenas 830 unidades residenciais em janeiro - o menor número desde 2004, quando o sindicato mudou a metodologia da pesquisa. Em janeiro do ano passado, foram vendidas 1.508 unidades. Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, a forte queda é um fato pontual e ainda é cedo para traçar tendências. Considerando os lançamentos, eles cresceram 1,86%. Foram 601 unidades em janeiro contra 590 do mesmo mês do ano passado. Destaques No primeiro mês do ano, os imóveis de dois dormitórios foram os destaques por representarem 37% de todas as comercializações do mês. Ao todo, foram vendidas 307 unidades em São Paulo. Já os imóveis de três dormitórios representaram 31% das vendas, ou 257 imóveis do total vendido. As comercializações de unidades de quatro dormitórios, por sua vez, somaram 169 imóveis - 20,4% do total vendido em janeiro. Dos imóveis de dois dormitórios, os mais vendidos foram os de até R$ 200 mil em bairros periféricos. Em bairros mais tradicionais para o mercado, como Mooca e Vila Prudente, por exemplo, os imóveis de dois dormitórios mais vendidos foram aqueles cujos valores oscilaram entre R$ 250 mil e R$ 500 mil. Considerando as unidades de três dormitórios, as mais vendidas no primeiro mês do ano foram aquelas cujos valores variaram de R$ 350 mil a R$ 700 mil, em bairros como Morumbi, Perdizes e Mooca. Região Metropolitana Considerando toda a Região Metropolitana do estado paulista, em janeiro, as vendas alcançaram um total de 2.535 imóveis novos - uma queda de 32,5% na comparação com janeiro de 2010, quando foram vendidas 3.753 unidades na região. A participação da capital paulista nas vendas de imóveis da RMSP atingiu os 32,7%. Esse percentual, de acordo com o sindicato, vem caindo desde 2006, quando a capital representava de 74% a 80% das vendas da região, encerrando em 55% sua participação em 2010. Considerando os lançamentos, eles somaram 1.610 imóveis residenciais na RMSP. Desse total, a cidade de São Paulo representou 37,3%.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2065936&path=/suasfinancas/imoveis/compra/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"16010000"},{dDt_Noti:"15/03/2011",sHr_Noti:"10:35",sDc_Titulo:"Construção civil precisa crescer 3 vezes mais para sanar deficit habitacional",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Para sanar o deficit habitacional e atender às necessidades das novas famílias até 2022, a produtividade média da construção civil deve passar de 1% para 3% ao ano, afirmou nesta segunda-feira (14) o diretor de Economia do Sinduscon-SP (Sindicato da Construção Civil), Eduardo Zaidan, em apresentação na 19ª Feicon (Feira Internacional da Construção), em São Paulo. De acordo com o sindicato, a taxa de crescimento do número de famílias será quase três vezes o ritmo de expansão demográfica. Para atender a esse contingente, um dos desafios do setor é aumentar o investimento na economia para incrementar a produtividade da indústria. De 2010 a 2022, é preciso disponibilizar 23,5 milhões de unidades habitacionais. Dessas, mais de 3,627 milhões devem eliminar a precariedade de moradias existentes, 2,640 milhões devem reduzir os índices de coabitação e mais de 17,222 milhões de unidades devem ser construídas para atender às novas famílias. Para atingir a meta, de acordo com a Fiesp (Federação da Indústria de São Paulo), serão necessários R$ 3 trilhões em investimentos, sendo R$ 2 trilhões em infraestrutura e outros R$ 1 trilhão em capacitação de mão de obra. No total, devem ser investidos R$ 54,9 bilhões por ano em reformas e R$ 203,9 bilhões em novas moradias até 2022. Medidas e projetos Para sanar as demandas habitacionais, é preciso elevar a produtividade do País. Segundo o Sinduscon, para o PIB (Produto Interno Bruto) potencial crescer mais, é preciso equiparar juros, taxa de câmbio e inflação aos patamares da economia mundial, estimular a adoção de novas tecnologias e novas fontes de financiamento, para garantir investimentos, reduzir a carga tributária, investir na formação de mão de obra e aprimorar o ambiente de negócios e investimentos, diminuindo a burocracia e eliminando excessos de leis e regras do setor. Na feira, a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) também colocou como principais projetos para o desenvolvimento do setor em 2011 a profissionalização da mão de obra da construção civil, bem como o aumento da competitividade da indústria instalada no Brasil. A desoneração fiscal também é parte dos desafios do segmento para este ano. A associação reivindica a desoneração definitiva e completa do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e a uniformização da substituição tributária em âmbito nacional. De acordo com a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), a manutenção da desoneração do IPI até dezembro de 2011, as obras do programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, as obras para os eventos mundiais - Copa do Mundo e Olimpíada - e o aumento do poder de compra das classes de baixa renda devem contribuir para o crescimento do setor. Produtividade Em 2010, a produtividade na indústria da construção civil registrou alta de 6,1%. Para este ano, esse crescimento deve ser menor, na avaliação do Sinduscon. Para 2011, o sindicato também espera um aumento de 6% no PIB da construção. Já a Abramat espera um aumento de 8,8% nas vendas de materiais de construção, que devem somar R$ 118 bilhões em 2011.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2060497&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"0e010000"},{dDt_Noti:"04/03/2011",sHr_Noti:"12:20",sDc_Titulo:"CEF já aceita os novos limites de financiamento de imóveis",sDc_Texto:"SÃO PAULO - A partir desta quinta-feira (3), a CEF (Caixa Econômica Federal) começou a praticar os novos limites para avaliação de imóvel do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Cada região terá um teto. Nas regiões metropolitanas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal o limite passou de R$ 130 mil para R$ 170 mil . Já em outras cidades com mais de um milhão de habitantes e demais capitais, os moradores poderão financiar até R$ 150 mil, ante os R$ 130 mil anteriores. Em municípios cuja população seja superior a 250 mil habitantes, mas inferior a 1 milhão de habitantes, o valor máximo de financiamento subiu de R$ 100 mil para R$ 130 mil, enquanto em municípios que tenham de 50 mil habitantes a menos de 250 mil habitantes, o teto foi de R$ 80 mil de R$ 100 mil. Nas demais cidades, os moradores continuam financiando até R$ 80 mil. De acordo com a Caixa, as operações de financiamento com recursos do FGTS, na área de Habitação Popular, são destinadas a trabalhadores com renda mensal de até R$ 3.900. No caso de empréstimos vinculados a imóveis situados nas cidades das regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, Distrito Federal e nas capitais estaduais, o limite de renda é de R$ 4.900. Esse limite foi estendido aos municípios com população igual ou superior a 250 mil pessoas, o que pode beneficiar 50 cidades e 18 milhões de brasileiros. Financiamento As operações de financiamento habitacional popular destinam recursos à população de baixa renda. A taxa nominal de juros das operações é de 6% ao ano mais TR (taxa referencial), que pode chegar a 5%, com subsídio para famílias com renda de até R$ 2.790. O FGTS pode financiar até 90% do valor do imóvel, seja novo ou usado, em um prazo de até 30 anos.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2055711&path=/suasfinancas/imoveis/compra/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"0a010000"},{dDt_Noti:"22/02/2011",sHr_Noti:"10:50",sDc_Titulo:"Novas regras do Minha casa, minha vida deixam mercado com dúvidas",sDc_Texto:"Mudaram as regras do programa #ASPAS#Minha casa, minha vida#ASPAS#, do governo federal. Os compradores e também construção civil estão com muitas dúvidas. Tem a ver com o financiamento das obras. O financiamento agora só vai ser liberado onde existir infraestrutura completa - uma garantia de qualidade de vida para o morador e o mínimo que deveria ser exigido de um projeto com apoio do governo. Muitos dos que reclamam da mudança até concordam com a exigência, mas acham que o governo deveria agora dar um tempo para que possam adaptar as obras. Em Águas Lindas, por exemplo, a 40 quilômetros de Brasília, pouco mais de 30% das ruas tem asfalto, e grande parte das casas que estão sendo construídas fica justamente na periferia, onde a pavimentação demora muito mais a chegar. A casa está pronta. Tem dois quartos, banheiro, cozinha e um comprador interessado que já tinha separado toda a documentação para assinar o contrato, mas acha que vai ter de desistir do negócio. #ASPAS#Eu estou pedindo financiamento o mais rápido possível, mas está difícil#ASPAS#, aponta o pedreiro Alex Diones. O dinheiro não sai, porque no endereço falta infraestrutura. A rua é de estrada de terra. O governo decidiu que todos os imóveis têm de ter asfalto na porta. Caso contrário, a Caixa Econômica Federal não libera crédito para financiar a compra. Em Paulista, na região metropolitana do Recife, o construtor João Vieira construiu quatro casas e não consegue vender nenhuma. #ASPAS#Eu estou precisando muito do dinheiro para me capitalizar e começar outra obra, mas infelizmente não posso#ASPAS#, lamenta. Para casas construídas com recursos da Caixa sempre foi assim. A diferença é que agora a regra vale também para empresários, pequenos empreendedores que investiram dinheiro próprio em casas populares. #ASPAS#Quando a casa já está pronta e já está tudo certo no local, do jeito que foi combinado, surge uma regra nova que muda totalmente a questão da venda#ASPAS#, reclama o arquiteto Marcelo Borges. Obras estão paradas. Pedreiros, eletricistas e pintores já foram demitidos. #ASPAS#Eu estou hoje com seis ou sete pessoas. Semana passada eu mandei embora de 18 a 20 pessoas#ASPAS#, conta o construtor Augusto César. #ASPAS#Eu fico preocupado. Eu tenho quatro filhos para criar. Cada um dos pedreiros também tem. A gente necessita desse trabalho#ASPAS#, diz o mestre de obras Genilton Alves Tito. Em uma loja de material de construção, na região metropolitana de Goiânia, o movimento caiu. #ASPAS#Se continuar assim, vai até inviável ficar com a loja#ASPAS#, avalia a comerciante Marta Helena Barra. O governo diz que há problemas apenas em casos isolados e contratos específicos. A intenção, segundo a Caixa, é preservar a qualidade e os interesses das famílias que comprarem os imóveis. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) concorda que qualidade é essencial, mas acha que a exigência tem outro efeito. #ASPAS#Se essa regra permitia que fosse feita em determinado local e agora isso não pode mais ser feito, claro que isso aí terá um impacto de custo#ASPAS#, explica o vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins. Os empresários já avisaram que vão repassar o custo do asfalto para os compradores. O mecânico Flávio Cardoso tem medo de não conseguir pagar a casa que escolheu. #ASPAS#Se ele me entregar a casa com asfalto, no caso a casa que seria no valor 'X' já vai subir. Ou seja, minha carta de crédito já não vai ser liberada#ASPAS#, conclui o mecânico. A Caixa Econômica Federal informou ainda que os pedidos de financiamento com propostas aprovadas até o último dia 11 vão ter tramitação normal e não vão ser afetados pela nova medida. O Ministério das Cidades não quis falar. A assessoria informou que as explicações da nota da Caixa Econômica Federal são suficientes.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/02/novas-regras-do-minha-casa-minha-vida-deixam-mercado-com-duvidas.html",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"01010000"},{dDt_Noti:"16/02/2011",sHr_Noti:"11:01",sDc_Titulo:"É preciso ficar atento à valorização do imóvel ao assumir financiamento",sDc_Texto:"Quem compra imóvel na planta paga, durante a obra, parcelas que são reajustadas pelo Índice Nacional da Construção Civil. Nesse período, o saldo devedor também passa por atualizações. O número de imóveis financiados no Brasil, em 2010, bateu recorde histórico. Teve um aumento de 57% na comparação com 2009. Foram emprestados mais de R$ 83 bilhões. Mesmo nessa maré favorável no mercado imobiliário, comprar apartamento na planta exige atenção redobrada do consumidor. É que ao assumir um financiamento longo, muita gente não leva em conta que a valorização do imóvel também provoca reajustes das prestações. Os apartamentos não estão prontos, e os futuros moradores, aflitos para entrar nos imóveis. #ASPAS#Eles falam que vai ser junho, mas eles falaram que iam entregar em setembro do ano passado. Então, nós não sabemos quando vai ser entregue esse apartamento#ASPAS#, afirma o auxiliar fiscal Márcio Aurélio Ferreira. Com o atrás na entrega e os imóveis se valorizando a cada dia, o financiamento ficou mais caro. Quando a gerente de recursos humanos Patrícia Carvalho comprou o apartamento, ele valia R$ 110 mil. A avaliação pulou agora para R$ 187 mil. #ASPAS#Eu já fiz uma simulação para financiamento e não foi aprovado. E agora não sei o que vou fazer. Eu sei que quero meu apartamento#ASPAS#, diz. Quem compra imóvel na planta paga, durante a obra, parcelas que são reajustadas pelo Índice Nacional da Construção Civil (INCC). Nesse período, o saldo devedor, que deverá ser pago após a entrega das chaves, também passa por atualizações. O problema é que muita gente não anda fazendo as contas e está sofrendo com as variações do mercado. O saldo devedor do apartamento de Milena, reajustado pelo INCC, subiu de R$ 85 mil para R$ 97 mil, e ela não tem renda para financiar tudo. #ASPAS#Onde eu vou arrumar R$ 12 mil?#ASPAS#, questiona. O advogado Marcelo Tapai, especialista em direito tributário, diz que os problemas são provocados por que muitas pessoas compram por impulso. #ASPAS#Não pode comprar um imóvel como se estivesse comprando uma pizza. Ele precisa se prevenir para eventuais percalços, ou seja, ele tem que ter uma poupança, ele tem que ter uma segurança de que ele vai conseguir pagar isso a longo prazo#ASPAS#, afirma. Para o Sindicato da Habitação (Secovi), a valorização não deve ser vista como um fator negativo para quem está prestes a adquirir um imóvel na planta. Agora, se o orçamento ficar fora do controle, só há uma saída para o comprador: #ASPAS#passar esse imóvel pra frente e quem sabe comprar um imóvel mais adequado à renda familiar dele#ASPAS#, ressalta o economista e chefe do Secovi, Celso Petrucci. A construtora responsável pelo edifício mostrado na reportagem informou que, nos casos de atraso na entrega, pagará aos compradores a multa prevista em contrato e acrescentou que os apartamentos deverão ser entregues em setembro deste ano.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/02/e-preciso-ficar-atento-valorizacao-do-imovel-ao-assumir-financiamento.html",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"f9000000"},{dDt_Noti:"15/02/2011",sHr_Noti:"14:40",sDc_Titulo:"Crédito imobiliário cresce 65% em 2010, diz Abecip",sDc_Texto:"Os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) para financiamento imobiliário atingiram 56,2 bilhões de reais em 2010, alta de 65 por cento na comparação com o ano anterior, informou nesta terça-feira a associação que representa o setor no país, Abecip. Em todo o ano passado, o número de unidades financiadas pelo sistema totalizou 421 mil imóveis, 39 por cento superior em relação a 2009. #ASPAS#O financiamento de 421 mil imóveis comprova que a retomada do mercado imobiliário pós-crise, em meados de 2009, não apenas teve continuidade, como aumentou seu ritmo em 2010#ASPAS#, comentou a Abecip em nota. Apesar disso, o volume de empréstimos ficou abaixo da estimativa da entidade, que previa 57 bilhões de reais até dezembro de 2010, somando 450 mil unidades. Apenas em dezembro as operações realizadas com recursos da poupança atingiram 6,16 bilhões de reais, volume 61 por cento superior em relação ao mesmo mês de 2009. O volume também foi 1 bilhão de reais acima do registrado em novembro. Em dezembro foram financiadas 43,5 mil unidades, crescimento de 37 por cento sobre um ano antes e de 22 por cento na comparação com o mês anterior.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.gazetadopovo.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"f6000000"},{dDt_Noti:"02/02/2011",sHr_Noti:"10:55",sDc_Titulo:"FGTS utilizado em consórcio da Caixa chegou a R$ 26 milhões em 2010",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Em 2010, o montante utilizado do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar o consórcio imobiliário contratado por meio da CEF (Caixa Econômica Federal) atingiu R$ 26 milhões, segundo dados divulgados pela instituição na última segunda-feira (31). O valor equivale a quase metade dos saques do FGTS feitos por conta dos consórcios imobiliários no ano passado, que somaram R$ 54,6 milhões. No que diz respeito ao total de brasileiros que utilizaram recursos do Fundo para viabilizar a compra de seus imóveis, 49,3% das operações foram feitas pela Caixa, o que beneficiou 1.575 pessoas de um total de 3.192 brasileiros. Dentre os clientes Caixa, 56% utilizaram o FGTS para quitar suas cartas de crédito, 34% para reduzir o prazo de pagamento e 20% para diminuir o valor da prestação. #ASPAS#A possibilidade de usar o FGTS após a contemplação da carta de crédito tem levado muitos brasileiros a pensar no consórcio imobiliário na hora de planejar a compra da casa própria#ASPAS#, explica o diretor da Caixa Consórcios, Antônio Limone. Como funciona? A liberação do uso do FGTS para a quitação ou amortização do consórcio imobiliário está em vigor desde março do ano passado. Para fazer uso do benefício, contudo, a cota do consórcio deve estar contemplada, com o bem entregue. Além disso, explica a CEF, o imóvel deve ser residencial urbano, precisa estar registrado no Cartório de Registro de Imóveis, em nome do consorciado; e não pode exceder o valor de R$ 500 mil na data de aquisição. O consorciado não pode ter financiamento ativo no SFH (Sistema Financeiro de Habitação), em qualquer parte do território nacional, na data de solicitação do benefício. Ele também não pode ser proprietário, promitente comprador, usufrutuário ou cessionário de imóvel residencial urbano, concluído ou em construção, no município de residência ou do exercício da ocupação principal, na data de solicitação do benefício. Por fim, a pessoa precisa possuir pelo menos três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma empresa ou em diferentes companhias, sendo que a liberação do Fundo só será feita ao trabalhador que for o titular da cota do consórcio.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.infomoney.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"e3000000"},{dDt_Noti:"26/01/2011",sHr_Noti:"11:50",sDc_Titulo:"As novas regras do Programa Minha Casa, Minha Vida.",sDc_Texto:"O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) terá novas regras para a produção de moradias em 2011. Na semana passada, o governo publicou no Diário Oficial a medida provisória 514, que prevê uma série de mudanças para a segunda etapa do projeto. Entre elas, a possibilidade de construção de áreas comerciais dentro dos condomínios e o uso de terrenos em processo de regularização, a exemplo de favelas, para construção de novas casas. Outra novidade se refere ao critério de renda da população para contratação dos imóveis. Segundo o Ministério das Cidades, o valor não será mais calculado com base no salário mínimo. A ideia é de que sejam fixados valores em reais para cada uma das modalidades do programa, com intuito de ampliar o número de pessoas contempladas. Prédios As intervenções em edifícios desocupados também devem aumentar. Nesse caso, o governo compra propriedades abandonadas ou ainda se utiliza de prédios públicos desativados para a construção de novas habitações, que serão colocadas à venda pelo programa. Para o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Luiz Augusto Amoedo, esse será #ASPAS#um negócio fantástico#ASPAS#. #ASPAS#As pessoas de baixa renda representam cerca de 85% do mercado. É um nicho grande, onde há um grande déficit de habitação e que pode gerar boas oportunidades#ASPAS#, disse. A nova legislação também prevê mecanismos para impedir que um mesmo imóvel seja adquirido duas vezes através do MCMV, ou que uma mesma família seja beneficiada duas vezes. Conforme a MP, o subsídio só será concedido numa única oportunidade. No caso da instalação de pontos comerciais dentro dos empreendimentos, o Ministério das Cidades explica que essa foi a saída encontrada para financiar os custos de condomínio como, por exemplo, da instalação de elevadores. O dinheiro recebido com o aluguel seria usado para bancar essas despesas adicionais. PAC A partir do próximo ano, o Minha Casa, Minha Vida passa a integrar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por conta da necessidade de reassentamento de famílias que moram em favelas. Com isso, as obras do governo nessas áreas serão executadas com recursos e modelagem do MCMV. As mudanças na legislação permitirão que imóveis em processo de desapropriação, em assentamentos precários e comunidades de baixa renda, sejam adquiridos, assim como os direitos reais de uso e posse sejam transferidos aos beneficiários do MCMV. De acordo com o Ministério das Cidades, as famílias de baixa renda que moram nessas condições e que sejam contempladas com o programa terão subsídio integral, ou seja, não pagarão pela moradia. Augusto Amoedo acredita que as mudanças devem refletir positivamente no mercado baiano, mas que o assunto ainda precisa ser discutido. #ASPAS#As mudanças são bem vindas, mas precisamos estudar a viabilidade. Se forem viáveis, os empresários, com certeza, vão investir#ASPAS#, pontua.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.forumimobiliario.com.br/cidades/politica-habitacional/conheca-as-novas-regras-do-programa-minha-casa-minha-vida",sPa_Docto:"minhacasa_minhavida.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"d8000000"},{dDt_Noti:"24/01/2011",sHr_Noti:"16:32",sDc_Titulo:"Governo diz que vai retomar imóveis do Minha Casa vendidos ilegalmente",sDc_Texto:"BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff orientou o governo a retomar os apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida que foram vendidos irregularmente no Residencial Nova Conceição, em Feira de Santana (BA), conforme revelou reportagem do Estado divulgada ontem. A Controladoria Geral da União (CGU) vai analisar a necessidade de mudanças nas regras do programa para coibir a inadimplência nos contratos e, principalmente, o repasse indevido dos imóveis. Em nota conjunta, os ministérios do Planejamento, Cidades e a Caixa Econômica Federal - responsáveis pelo acompanhamento, execução e fiscalização do programa - afirmaram que os contratos firmados com os beneficiários proíbe a venda do imóvel até que ele seja quitado. No caso das famílias com renda de até R$ 1.395, o prazo de pagamento é de 10 anos e a parcela mínima equivale a R$ 50 ou 10% da renda mensal da família. #ASPAS#Todos os apartamentos irregularmente vendidos serão retomados, como prevê o contrato#ASPAS#, informa a nota. O governo enfatiza ainda que a venda irregular do imóvel pode acarretar em rescisão de contrato de parcelamento, resultando na cobrança integral e à vista do valor de venda, abatidos pagamentos já feitos. Ainda segundo a nota, todos os moradores do condomínio serão notificados sobre a ilegalidade da venda. Além disso, os moradores do residencial estão sendo informados pela Caixa sobre as possibilidades de renegociação de seus débitos, caso haja dificuldades de pagamentos.#ASPAS#Os índices de inadimplência verificados nesse tipo de carteira de crédito estão compatíveis com os padrões de faixa de renda de até R$ 1.395#ASPAS#, reforçou a nota. O Residencial Nova Conceição foi o primeiro empreendimento do Minha Casa, Minha Vida entregue para famílias com renda mensal de até R$ 1.395. Apesar de os beneficiários estarem morando no condomínio há apenas seis meses, já existem problemas com inadimplência e venda irregular de imóveis, segundo revelou o Estado. Boa parte dos moradores é beneficiário do Bolsa Família e não tem condições financeiras de pagar a parcela mínima de R$ 50. #ASPAS#A Caixa está realizando o levantamento social de cada morador e a situação de cada imóvel, neste momento#ASPAS#, destacou a nota. Problemas. O próprio governo já havia identificado irregularidades semelhantes às reveladas pelo Estado no quarto trimestre de 2010 ao fazer o monitoramento do programa habitacional.Medidas para enfrentar a situação foram inseridas na Medida Provisória 514, que aguarda aprovação do Congresso. A MP obriga as prefeituras a assumir compromissos de trabalho social, equipamentos e serviços públicos. Além disso, previa a implementação, neste ano, de um sistema de monitoramento e avaliação. A CGU informou que analisará a necessidade de mudanças nas regras do Minha Casa, Minha Vida de forma a coibir a inadimplência e, principalmente, o repasse indevido dos imóveis. Desde o final do ano passado , o Minha Casa, Minha Vida é objeto de uma auditoria na CGU. O objetivo do trabalho, no entanto, é checar se as casas e apartamentos do programa estão sendo vendidos. A auditoria sobre o Minha Casa, Minha Vida deve ser concluída no final de março, segundo a assessoria da CGU. Ainda há equipes em campo em todo o País. Uma avaliação preliminar não identificou erros no foco do programa. Não há prazo para a análise das irregularidades reveladas anteontem pelo Estado.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-diz-que-vai-retomar-imoveis-do-minha-casa-vendidos-ilegalmente,669457,0.htm",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"d5000000"},{dDt_Noti:"19/01/2011",sHr_Noti:"17:55",sDc_Titulo:"São Paulo perde participação em novas moradias e ganha escritórios.",sDc_Texto:"A escassez e os altos preços de terrenos na capital paulista estão #ASPAS#empurrando#ASPAS# a construção de moradias para as demais cidades da região metropolitana - e, de quebra, enfatizando a vocação de negócios da cidade de São Paulo. De acordo com o Sindicato da Habitação (Secovi-SP), das unidades residenciais lançadas na Região Metropolitana em 2004, cerca de 20% estavam fora da capital. No ano passado, a participação dessas cidades nesse mercado chegou a quase 50%. Mas se a cidade de São Paulo perde espaço para novas moradias, o número de unidades comerciais construídas na capital no ano passado foi o maior em dez anos. #ASPAS#A capital tinha uma grande demanda por escritórios que não estava sendo enxergada pelos empreendedores. Em 2010, todo mundo resolveu fazer unidades comerciais#ASPAS#, avalia Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O especialista afirma que muitos desses lançamentos comerciais estão surgindo em regiões como Santana, na Zona Norte, e Penha e Tatuapé, na Zona Leste. Tradicionalmente, escritórios costumam estar concentrados em regiões como a Avenida Paulista, no centro; Vila Olímpia, na Zona Sul; e da marginal Pinheiros, lembra Pompéia. De acordo com dados da própria Embraesp divulgados pelo Secovi-SP, foram lançados na Região Metropolitana de São Paulo 5,1 mil conjuntos comerciais de janeiro a novembro de 2010, sendo 4,1 mil apenas na capital (veja no gráfico ao lado). No mesmo período, foram lançadas 57.044 unidades residenciais na região metropolitana de São Paulo, sendo 29.788 na capital e 27.256 nas demais cidades, participação de 52,2% e 47,8%, respectivamente. Em 2004, a participação da capital nos lançamentos de moradias na região metropolitana era de 80%, a maior proporção desde 2001, quando estava em 72,6%. De 2004 para cá, contudo, a fatia de lançamentos em São Paulo foi caindo a cada ano (veja no gráfico abaixo). Gráfico empreendimentos residenciais na RMSPEditoria de Arte/G1
120 quilômetros da capital
Segundo Pompéia, o preço do terreno na cidade de São Paulo está ficando muito caro, fazendo com que as incorporadoras busquem alternativas nas cidades vizinhas em um raio de até aproximadamente 120 quilômetros da capital. #ASPAS#Os lançamentos residenciais estão indo para as demais cidades da região metropolitana e vão até o interior, em regiões como Sorocaba e Campinas#ASPAS#, diz. O presidente do Secovi-SP, João Crestana, afirma que, dentro da região metropolitana, a maioria dos lançamentos estão no ABC Paulista e nas cidades de Guarulhos e Osasco. Crestana diz que, além da escassez de terrenos em São Paulo, os que existem são, em grande maioria, de antigas indústrias, o que exige uma negociação da empreiteira com o dono do espaço. #ASPAS#O detentor do lugar tem expectativa de receber um recurso que não cabe na conta da construtora#ASPAS#, diz. Há ainda o problema de solos contaminados, além da burocracia para construir na cidade, lembra Crestana. #ASPAS#Precisamos fabricar terrenos na cidade#ASPAS#, diz o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Para conseguir viabilizar o negócio, as construtoras constroem produtos de preços elevados na capital
Bolso do consumidor
O alto preço dos terrenos na capital resulta em unidades que, muitas vezes, não cabem no bolso da maioria dos consumidores. De acordo com Pompéia, para conseguir viabilizar o negócio economicamente as construtoras acabam construindo produtos de preços muito elevados nesses espaços. Por esse motivo, há bastante oferta no segmento de alto padrão na capital, o que fez as construtoras pisarem no freio para esse mercado em 2010, já que a demanda que existia já foi consumida, diz Pompéia. Nos anos de 2006 e 2007, por exemplo, a participação de unidades de quatro dormitórios entre o total de lançamentos na cidade atingiu 37% e 34%, respectivamente, porcentual que caiu para 8,7% até novembro de 2010. De acordo com Pretucci, lançamentos mais caros já não estão sendo vendidos com tanta rapidez. Por outro lado, o economista afirma que é difícil fazer um lançamento de até R$ 150 mil na cidade e ele não ser totalmente vendido em seis meses.
Novos horizontes
Diante dos preços altos, o consumidor que pretende comprar um apartamento na região do Ipiranga, na Zona Sul da capital, por exemplo, acaba abrindo os olhos para as cidades vizinhas do ABC Paulista, diz Pompéia, lembrando da importância da construção de transportes como o metrô para além da capital paulista. De acordo com o economista-chefe do Secovi, Petrucci, por sua vez, os lançamentos de escritórios na cidade de São Paulo têm acompanhado as linhas de metrô e trem. #ASPAS#Estamos levando as pessoas para morar longe, mas o metrô, o transporte e o trabalho estão na capital#ASPAS#, lembra o especialista.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://g1.globo.com/economia/noticia/2011/01/sao-paulo-perde-participacao-em-novas-moradias-e-ganha-escritorios.html",sPa_Docto:"imoveis.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"d0000000"},{dDt_Noti:"18/01/2011",sHr_Noti:"12:50",sDc_Titulo:"Minha Casa, Minha Vida precisa de teto maior, diz mercado",sDc_Texto:"Diante da expressiva valorização do mercado imobiliário, fontes do mercado avaliam que será preciso elevar o valor máximo do imóvel que pode ser financiado pelo FGTS no programa Minha Casa, Minha Vida, de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil e R$ 170 mil. #ASPAS#Se for mantido, o atual teto pode tornar o programa inviável para regiões como São Paulo, onde terrenos disponíveis são cada vez mais escassos e os preços continuam subindo#ASPAS#, defende Alexandre L. Frankel, presidente da Vitacon Participações, empresa que é especializada em projetos de alto padrão e tem apenas um grande projeto em aprovação nesse faixa de renda, de R$ 100 mil a R$ 110 mil. Especialistas do setor afirmam que o ponto mais importante a ser definido em relação ao futuro do programa governamental é a questão que envolve os tetos por faixa de renda e os respectivos subsídios. A Caixa Econômica Federal deve divulgar até sexta-feira um balanço detalhado do programa Minha Casa, Minha Vida referente a 2010, além do desempenho apurado neste início de ano. Por conta do anúncio, a instituição adotou a política de não conceder entrevistas sobre a questão até o dia da divulgação. Entre os pontos que serão detalhados, a Caixa deve informar qual foi o volume contratado por faixa de renda. Originalmente, a meta do governo era contratar 400 mil unidades para famílias com renda de até três salários, outras 400 mil na faixa de três a seis salários e 200 mil na faixa de seis a dez. Em 29 de dezembro, ao divulgar números nacionais do programa, o governo comemorou a superação da meta, com 1,003 milhão de habitações contratadas em todas as faixas de renda, atingindo R$ 52,98 bilhões em investimentos. Na ocasião do anúncio, o ministro das Cidades, Marcio Fortes, ressaltou que desde o início do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2007, até agora, foram investidos mais de R$ 250 bilhões em habitação. O Conselho Curador do FGTS já tem aprovado um orçamento de R$ 46,9 bilhões para este ano, sendo R$ 30,6 bilhões para habitação em geral, incluindo o programa. Entre 2011 e 2014, a meta do programa é contratar mais 2 milhões de moradias.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.gazetadopovo.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"cd000000"},{dDt_Noti:"17/01/2011",sHr_Noti:"13:44",sDc_Titulo:"Promessa de campanha, Dilma tenta destravar 'Minha Casa, Minha Vida'",sDc_Texto:"Valor máximo dos imóveis que podem ser financiados nas cidades com 1 milhão de habitantes subirá para acelerar programa BRASÍLIA - O governo da presidente Dilma Rousseff já prepara a sua primeira bondade política para dar um incentivo adicional à segunda fase do programa #ASPAS#Minha Casa, Minha Vida#ASPAS# e aos financiamentos para uma parcela da classe média. Estagnado há mais de três anos, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados com dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em cidades com mais de 1 milhão de habitantes pode ser corrigido ainda neste mês pelo Conselho Curador do FGTS e saltar de R$ 130 mil para algo entre R$ 150 mil e R$ 170 mil. O objetivo é acelerar o programa entre as famílias com renda mensal entre seis e dez salários mínimos nos grandes centros urbanos, como São Paulo, Brasília e Rio - onde os preços dos imóveis são mais elevados e não se enquadravam nos montantes definidos pelo FGTS. O programa é uma prioridade de Dilma, que na campanha eleitoral se comprometeu a construir pelo menos 2 milhões de moradias em seus quatro anos de governo. No final do ano passado, o conselho aprovou um orçamento de R$ 46,9 bilhões para este ano - R$ 30,6 bilhões para habitação. Ao mexer no teto do valor do imóvel financiado para regiões metropolitanas e grandes cidades, também serão revistos os limites para localidades com menos moradores. Para cidades com população entre 250 mil e 1 milhão de habitantes, o valor é de R$ 100 mil e nos demais municípios, R$ 80 mil. A sugestão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) é de que essas faixas sejam fixadas em R$ 100 mil e R$ 130 mil. Para o teto, a proposta é de R$ 150 mil. #ASPAS#Talvez o reajuste seja um pouco menor do que esses números, mas a correção deve acontecer#ASPAS#, afirmou um técnico do governo. O aumento do limite de R$ 130 mil é uma reivindicação antiga do setor de construção civil. Isso porque os valores inferiores tiveram uma atualização em 2009. Um dos atrativos da operação é que a taxa de juros do FGTS é menor que as do mercado. Irregularidades Segundo o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, o setor aguarda com ansiedade a mudança. #ASPAS#Têm locais em que os valores atuais inviabilizam os empreendimentos#ASPAS#, afirmou Simão, acrescentando que os números fixados pelo conselho curador estão fora da realidade, o que pode abrir brecha para irregularidades. Por enquanto, a atualização de valores está sendo analisada pelo Grupo de Apoio Permanente (GAP), que assessora o Conselho Curador do FGTS. A expectativa de técnicos envolvidos no processo é de que a correção seja aprovada ainda este mês. #ASPAS#Estamos trabalhando para isso#ASPAS#, afirmou outro técnico do governo. No ano passado, o assunto foi alvo de discussões e só não foi aprovado porque o Ministério da Fazenda pediu para reanalisar a matéria. Os analistas da Fazenda queriam avaliar o impacto da medida. Na ocasião, se dizia que a orientação era segurar a aprovação para que a medida fosse anunciada no governo de Dilma. Menor custo Existem várias fontes de recursos para a construção de um imóvel financiado. O mais barato é do FGTS e atende a famílias com renda de até R$ 4,9 mil. Dependendo da localidade, é possível comprar imóveis de acordo com três limites: R$ 80 mil, R$ 100 mil e R$ 130 mil. A vantagem é que a taxa de juros de imóveis construídos com recursos do FGTS é inferior à do mercado. Por exemplo, no caso de um imóvel de R$ 80 mil, as taxas de juros de um imóvel construído com dinheiro do trabalhador variam de 5% a 8,55% mais TR (Taxa Referencial). O financiamento da casa própria também pode ser feito com recursos da caderneta de poupança. Nesse caso, a taxa de juros pode chegar a 12% ao ano.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Edna Simão, de O Estado de S. Paulo",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"ca000000"},{dDt_Noti:"14/01/2011",sHr_Noti:"09:44",sDc_Titulo:"Imóveis da região metropolitana de SP tendem a se valorizar mais",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Os imóveis da região metropolitana de São Paulo ainda não atingiram um valor máximo e tendem a se valorizar cada vez mais, segundo prevê o diretor presidente da Viatcon Participações e especialista em mercado imobiliário, Alexandre Lafer Frankel. De acordo com ele, a procura por imóveis na região ainda é grande, visto que, atualmente, muitas pessoas adquirem imóveis como forma de investimento, por conta da valorização do bem ser maisgarantida do que as demais aplicações oferecidas por bancos e corretoras de ações. Dessa forma, aposta, embora em ritmo menos acentuado, quem quiser comprar um imóvel em São Paulo e região continuará pagando caro em 2011. #ASPAS#Cenário seguirá firme em 2011. O País continua gerando riqueza e o fluxo de capital é robusto#ASPAS#, diz. Secovi Na opinião do presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, o aumento do poder de compra da população, o acesso ao crédito e a escassez de terrenos, cujos preços evoluem cerca de um a dois pontos percentuais ao ano acima da inflação, contribuíram para a valorização imobiliária ocorrida nos últimos anos, especialmente em alguns locais mais procurados. Contudo, a tendência, diz ele, é de estabilidade, sobretudo no valor médio dos imóveis de alto padrão. #ASPAS#Os preços se realinharam depois de muito tempo, de um mercado paralisado no país (entre as décadas de oitenta e meados dos anos noventa) (.) Há locais em São Paulo que valorizam muito porque têm pouquíssima oferta e muita demanda#ASPAS#, avalia Crestana. Preços Levantamento do próprio Secovi revela quais foram as ruas que tiveram os lançamentos de imóveis residenciais mais caros da cidade de São Paulo em 2010. Com o preço médio do metro quadrado de área útil atingindo R$ 11.185 a Rua São Tomé na Vila Olímpia, foi a mais cara do ano. Em seguida, aparecem a rua Hermano Ribeiro da Silva, na Vila Mariana, com o metro quadrado de área útil a R$ 10.851;e a Alameda dos Uapés - Planalto Paulista (R$ 10 mil). As ruas Leopoldo C Magalhães Júniori (R$ 9.576) e Benedito Lapin (R$ 9.560),ambas no Itaim Bibi, ocupam a quarta e a quista colocação das ruas mais caras de São Paulo em 2010.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"InfoMoney",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"c8000000"},{dDt_Noti:"13/01/2011",sHr_Noti:"18:07",sDc_Titulo:"Minha Casa foi o melhor incentivo da década para o setor habitacional, diz sindicato",sDc_Texto:"Período foi marcado pela retomada do crédito e de recordes históricos de vendas A meta de construir mais de 1 milhão de moradias populares em dois anos foi o maior impulso que o setor habitacional poderia receber para se recuperar depois de mais de 20 anos sofrendo com a falta de crédito. Na avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação), Celso Petrucci, o Programa Minha Casa, Minha Vida foi o melhor incentivo dos últimos dez anos.Ele diz que, entre todos os avanços do setor verificados desde 2003 na economia brasileira, o mais significativo foi o programa de habitação que concedeu subsídios para que famílias de baixa renda pudessem comprar a casa própria. O programa abriu as portas para uma política de habitação que deve ser levada adiante, se tornar perene. Não queremos só fazer mais 2 milhões de moradias nos próximos quatro anos. Queremos um projeto que independa da cor dos governos que ajude a reduzir a falta de lares no país e torne o processo de compra de uma casa tão fácil quanto o da compra de um carro. Em dezembro, a Caixa Econômica Federal divulgou que superou a marca de 1 milhão de contratos do Minha casa assinados na primeira etapa do programa. Até o dia 31 de dezembro, foram fechados 1.003.214 contratos, em todas as faixas de renda. Petrucci apresentou nesta quarta-feira (12) o balanço de negócios do mercado imobiliário na região metropolitana de São Paulo entre janeiro e novembro do ano passado. Ele aproveitou para fazer uma retrospectiva da década, do ponto de vista da habitação no país. - Nos anos 1980, entre 1986 e 1994, tínhamos uma inflação que chegou a bater na casa dos 2.400% ao ano e meia dúzia de planos econômicos que desestabilizaram nossa economia. Não havia financiamento imobiliário. Entre 2001 e 2002, ele destacou que as crises internacionais ainda jogavam muita incerteza no mercado interno, fazendo com que os bancos e as principais instituições de concessão de crédito evitassem investir no Brasil. - O grande fato dos anos 1990 foi a criação do SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), cujos efeitos só começaram a aparecer na economia a partir de 2004. Neste ano, o marco regulatório trouxe maior garantia para bancos devido à consolidação da alienação fiduciária. Nos casos de atrasos de pagamento dos financiamentos, a alienação fiduciária tornou a retomada do imóvel muito mais rápida e derrubou a inadimplência para níveis baixíssimos. Antes do marco, os processos na Justiça duravam anos. Em 2002, o total de financiamentos com recursos da poupança, por exemplo, não chegou a 30 mil unidades. Para 2010, a previsão é dar crédito para mais de 450 mil imóveis. - O uso da poupança e a segurança jurídica foram os primeiros grandes impulsos para o retorno do financiamento. Retomada do crédito e recordes Em 2005, o setor assistiu à abertura de capital da Cyrela, a primeira incorporadora a entrar na Bolsa. Isso mostrou que as construtoras poderiam encontrar novas fontes de recursos, ao mesmo tempo em que encontravam segurança no mercado para apostar em negócios mais arriscados. Além disso, bancos como ABN e Santander (que hoje estão unidos) passaram a conceder crédito e aumentaram a competição - que foi positiva para o mercado. No ano seguinte, o governo começou a conceder desonerações de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) a alguns materiais básicos de construção para incentivar o setor. A mudança maior de 2006 foi a Caixa Econômica Federal ter passado a financiar também as construtoras, concedendo crédito às empresas antes de abrir os financiamentos aos consumidores. Isso levou a um #ASPAS#boom#ASPAS# sem precedentes no ano seguinte. Em 2006, o total de recursos da poupança usado para financiar a casa própria era de R$ 9,3 bilhões, a 112 mil imóveis. Em 2007, os números quase dobraram, para R$ 18,3 bilhões e 195 mil unidades, respectivamente. - Em 2007, o otimismo trazido pelo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] e seus investimentos fez com que o setor habitacional batesse recordes. A crise internacional fez com que o ano de 2008 começasse bem, mas terminasse mal. Apesar de o Brasil ter alcançado o #ASPAS#grau de investimento#ASPAS# (mostrando que o país era confiável a investidores estrangeiros), centenas de bancos quebraram nos Estados Unidos depois do Lehman Brothers e o crédito secou no mundo - inclusive no Brasil. - O terceiro trimestre de 2008 foi o que concentrou o maior número de lançamentos já visto. A classe C também passou a ser alvo das construtoras. E isso abriu terreno para que 2009, que começou pessimista, terminasse otimista. Para nós, foi neste ano que ocorreu o acontecimento da década, que foi a criação do Programa Minha casa, Minha Vida.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"R7 Notícias",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"c7000000"},{dDt_Noti:"06/01/2011",sHr_Noti:"11:15",sDc_Titulo:"2011: Brasil é considerado o emergente mais atraente para investidores imobiliários.",sDc_Texto:"O Brasil é o país emergente preferido dos investidores imobiliários neste ano, mostra pesquisa realizada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês), organização internacional do setor. Neste ano, o País obteve quase 25% dos votos dos investidores consultados como aquele que tem real possibilidade de receber investimento em 2011. No ano passado, a China estava em primeiro lugar e o Brasil, em segundo. Na terceira posição ficou a Índia. Embora não esteja no top cinco dos países que devem receber mais investimentos imobiliários neste ano, a Rússia figurou entre os emergentes que mais cresceram neste segmento nos últimos dois anos, ficando em décimo lugar. A pesquisa ainda mostra as cidades que mais devem receber investimentos imobiliários neste ano. Em primeiro lugar, aparece Nova York, seguida por Washington, Londres, Paris e Shangai. Valorização O Brasil, como mostra o estudo, também está na lista dos países cujos imóveis têm mais chances de valorização, aparecendo em quarto lugar, sendo citado por menos de 10% dos entrevistados. Apesar de ainda enfrentarem impactos da crise financeira, os Estados Unidos lideram a lista de valorização, recebendo a indicação de mais de 60% dos investidores consultados pela associação. A China foi citada por 10% como o país com melhores oportunidades de valorização. A pesquisa mostra ainda que 40% dos investidores consultados se dizem mais otimistas para investir no mercado imobiliário este ano do que em 2010. Outros 55% afirmaram que nada mudará este ano. E apenas 4% afirmaram estar pessimistas com relação a esse tipo de investimento. Os investidores que participaram da pesquisa representam US$ 627 bilhões em ativos imobiliários, sendo que US$ 265 bilhões somente nos Estados Unidos.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"www.secovipr.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"c1000000"},{dDt_Noti:"06/01/2011",sHr_Noti:"10:05",sDc_Titulo:"Citi revisa setor imobiliário e eleva recomendação para MRV e PDG Realty",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O Citi revisou sua análise do setor imobiliário brasileiro, com melhora das perspectivas para o desempenho das ações. Esse posicionamento mais positivo em relação ao setor foi baseado na manutenção de fortes fundamentos, previsão de crescimento dos ganhos e avaliação atrativa dos papeis. O destaque fica por conta da PDG Realty (PDGR3) e MRV (MRVE3), que tiveram suas recomendações e preços-alvo melhorados. Empresas Recomendação Preço-Alvo Upside* Cyrela Manter R$ 25,10 16,74% Gafisa Compra R$ 15,80 31,12% MRV Compra R$ 21,70 31,83% PDG Realty Compra R$ 13,40 32,80% Rossi Manter R$ 17,10 18,75% Na visão dos analistas Dan McGoey e Herber Longhurst, que assinam o relatório do Citi, essa atratividade na avaliação das ações das empresas do setor está diretamente relacionada ao desempenho recente dos papeis e as perspectivas em relação às taxas de juros. Lembrando que desde o último mês de novembro, as imobiliárias tiveram uma desvalorização de 10% ao mesmo tempo em que o recuo do Ibovespa no mesmo período foi de 5%, a dupla afirma que #ASPAS#a queda do setor relacionada às preocupações com as taxas de juros está finalizada#ASPAS#. MRV e PDG Realty são destaques O aumento do horizonte temporal de análise aliado às revisões das estimativas induziu os analistas ao aumento da recomendação das ações da PDG Realty e da MRV de manter para compra, #ASPAS#baseado primeiramente nos recentes recuos na cotação das ações e num ritmo mais rápido de identificação de receitas antecipadas#ASPAS#. Outro destaque dessas duas empresas fica por conta da administração e de seus ROEs (retorno sobre patrimônio). Segundo os analistas, essas duas companhias #ASPAS#demonstraram recentemente uma execução da administração acima da média e ROEs também acima da média#ASPAS#. Revisões negativas Já as revisões negativas para as ações da Cyrela (CYRE3), Gafisa (GFSA3) e Rossi (RSID3) foram baseadas, segundo os analistas, #ASPAS#em motivos mais diversos e refletem ou um ritmo mais conservador de identificação de receitas e/ou, como no caso da Cyrela, recentes tendências de margens reduzidas#ASPAS#. Cabe ressaltar que a recomendação para essas empresas não foi alterada, apenas preços-alvos ou estimativas de ganhos foram reduzidas. Ademais, os analistas também afirmam que os investidores podem trocar alguma alocação de recursos do setor de imóveis comerciais para as construtoras de residências, uma vez que o desempenho do primeiro superou o do segundo ao longo dos últimos três meses. Desempenho das empresas em 2011 Os analistas do Citi lembram o recente desempenho reportado pelo setor no terceiro trimestre de 2010, com crescimento de receitas e ganhos acima do esperado. A expectativa é que essa tendência seja mantida no próximo ano. #ASPAS#Esperamos que [o crescimento] a receita composta e o Ebitda [geração operacional de caixa] composto do setor seja de 27% e 26%, respectivamente, em 2011, impulsionados principalmente pela MRV e PDG Realty#ASPAS#, afirma a dupla.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2018444&path=/investimentos/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"bf000000"},{dDt_Noti:"05/01/2011",sHr_Noti:"10:25",sDc_Titulo:"Minha Casa, Minha Vida supera meta de 1 milhão de residências, diz Lula",sDc_Texto:"Presidente da Caixa anunciou resultado ao lado de Lula em Salvador. Total contratado chegou a 1 milhão e 3 mil moradias em todo o país. Do G1, em Brasília A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Coelho, anunciou nesta quarta-feira (29) ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Salvador, que o programa Minha Casa, Minha Vida atingiu a marca de 1 milhão e 3 mil residências. A meta inicial era de 1 milhão de residências. #ASPAS#Eu tinha a convicção de que era preciso terminar o meu mandato fazendo o maior número de contratos já feito na história deste país para habitação financiado pela Caixa Econômica e subsidiada pelo governo da República#ASPAS#, disse Lula. #ASPAS#Eu venho aqui para lavar a alma. (...) Um milhão e 3 mil casas contratadas. Nem a Odebrecht, a maior empresa de construção civil deste país, imaginava que fôssemos capaz de fazer um milhão de contratos em 2010.#ASPAS# Segundo Lula, a meta de um milhão de residências a famílias de baixa renda foi várias vezes aponta como impossível de ser cumprida. #ASPAS#Nós fizemos para dizer àqueles que duvidavam que nunca mais ousem duvidar da capacidade de construção de casas dos trabalhadores brasileiros, da Caixa Econômica e do governo brasileiro, que está determinado a resolver o problema do déficit habitacional crônico deste país#ASPAS#, afirmou. Segundo o presidente, no início de seu mandato, em 2003, a Caixa Econômica destinava R$ 5 bilhões ao financiamento imobiliário. #ASPAS#Este ano, chegou a R$ 70 bilhões, 14 vezes mais do que financiava em 2003#ASPAS#, declarou.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://g1.globo.com/politica/noticia/2010/12/minha-casa-minha-vida-supera-meta-de-1-milhao-de-residencias-diz-lula.html",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"be000000"},{dDt_Noti:"30/12/2010",sHr_Noti:"14:15",sDc_Titulo:"Recursos do FGTS para moradias para baixa renda alcançarão R$ 20 bi em 2011",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Os recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para viabilização de moradias, especialmente para a baixa renda, alcançarão R$ 20 bilhões em 2011, mostra balanço do fundo, divulgado na quarta-feira (29). O montante é a soma dos recursos aplicados nessa área desde 2003. Segundo afirma o balanço, em 2009, com o lançamento do programa habitacional do Governo #ASPAS#Minha Casa, Minha Vida, o FGTS consolidou-se de forma expressiva como uma das fontes de investimento nesse segmento. Somente para o programa, foram destinados R$ 8 bilhões do fundo, já considerando os R$ 3 bilhões aprovados para 2011. Ao todo, no próximo ano, serão destinados R$ 4,5 bilhões do fundo para aplicação em moradias. Em 2003, apenas R$ 450 milhões foram direcionados para essa área. Neste ano, considerando as áreas de habitação e infraestrutura de maneira geral, foram destinados R$ 26 bilhões a mais em recursos do FGTS - um aumento de 54% frente ao investido em 2009. Ao todo, foram destinados R$ 74 bilhões do fundo a programas de habitação popular, saneamento e infraestrutura urbana. No ano passado, foram investidos R$ 48 bilhões nesses programas. Minha Casa, Minha Vida Em balanço feito pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o programa #ASPAS#Minha Casa, Minha Vida#ASPAS# atingiu a meta de 1 milhão de contratos assinados para a construção de moradias. Desde 2009, quando foi lançado, o programa assinou contratos para a construção de 1,003 milhão de unidades habitacionais. Para tanto, foram investidos R$ 52,98 bilhões.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=2014957&path=/suasfinancas/",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"bb000000"},{dDt_Noti:"29/12/2010",sHr_Noti:"10:04",sDc_Titulo:"MP muda regras do Minha Casa, Minha Vida priorizando atendimento às mulheres",sDc_Texto:"SÃO PAULO - Ficou para 2011 a análise de medida provisória que muda as regras do programa Minha Casa, Minha Vida. A MP 514/10 deve passar por votação do Plenário da Câmara e tramita em caráter de urgência. A medida propõe algumas alterações no programa. Uma delas é a criação de subsídios para que uma pessoa seja beneficiada uma única vez pelo programa. Além disso, a medida provisória estabelece prioridade de atendimento às famílias chefiadas por mulheres e às que tenham sido desabrigadas ou residam em áreas de risco e insalubres. Critérios O texto também prevê a exclusão de critérios relativos ao tempo de residência ou de trabalho do beneficiário do programa no município e também à adequação ambiental e urbanística. Esses critérios estão relacionados aos projetos e não aos beneficiários, por isso, estão excluídos. O teto de renda, segundo a medida em análise, continua em 10 salários mínimos para aqueles que querem ser beneficiados pelo programa habitacional. Contudo, o texto prevê que caberá ao Governo fixar os limites de cada modalidade do programa. Além disso, a MP permite a atividade comercial em conjuntos habitacionais destinados a famílias de baixa renda, como forma de garantir a sustentabilidade econômica dos condomínios. Pela proposta, os estados e o Distrito Federal poderão criar critérios locais para seleção de beneficiários. Recursos A medida provisória prevê a construção e reforma de 2 milhões de moradias entre 2011 e 2014. E para garantir a segunda etapa do programa, a medida também eleva os recursos destinados ao Minha Casa, Minha Vida. O texto destina R$ 16,5 bilhões para o Fundo de Arrendamento Residencial, contra os R$ 14 bilhões previstos anteriormente, de acordo com a Agência Câmara.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Infomoney",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"ba000000"},{dDt_Noti:"27/12/2010",sHr_Noti:"09:57",sDc_Titulo:"Programa Minha Casa, Minha Vida atinge 82% da meta até dezembro",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O programa Minha Casa, Minha Vida atingiu, até o início de dezembro deste ano, 82% da meta prevista em março de 2009, quando ele foi lançado, de construção 1 milhão de unidades. No total, foram 816.268 imóveis. Os dados, da CEF (Caixa Econômica Federal), constam no relatório #ASPAS#Construção Civil: Análise e Perspectivas#ASPAS#, que foi divulgado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com a CBIC, o programa deu um grande impulso para as atividades do setor de construção civil, principalmente para as empresas que atuam nas faixas de valores mais econômicos. Faixas de renda Das unidades contratadas até 1º de dezembro, 47% estavam na faixa de renda de zero a três salários mínimos. No total, foram 383.852 unidades, o que corresponde a 96% da meta. No caso das famílias com renda entre três e seis mínimos, as unidades responderam por 40,3% do total. Foram 329.280 contratadas, 82% do que era a meta do governo. A faixa que passou mais longe da meta do governo foi a de seis a dez salários mínimos, que atingiu apenas 52% do que era esperado pelo governo. Foram 103.136 unidades, que responderam por 12,6% do total. Nova fase Os dados mostram que a nova fase do programa tem como meta a contratação de 2 milhões de unidades habitacionais, sendo 1,2 milhão para famílias com renda familiar até R$ 1.395, 600 mil para aquelas com renda entre R$ 1.395 e R$ 2.790 e 200 mil para quem ganha entre R$ 2.790 e R$ 4.650. Estão previstos, no período de 2011 a 2014, investimentos de R$ 278,2 bilhões.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Infomoney",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"b8000000"},{dDt_Noti:"02/12/2010",sHr_Noti:"11:40",sDc_Titulo:"Preço de metro quadrado de imóveis novos sobe 43,8% em São Paulo",sDc_Texto:"SÃO PAULO - O preço do metro quadrado de imóveis novos na cidade de São Paulo cresceu 43,8% no período de 12 meses, revelou um levantamento realizado pela Geoimóvel. De acordo com os dados, em outubro de 2009, o valor médio do metro quadrado era de R$ 4.333, mas saltou para R$ 6.230 no mesmo período deste ano.
Por bairros
De janeiro a outubro, o valor médio do metro quadrado ficou em R$ 5.272, o que representa uma alta de 29% frente ao fechamento de 2009 (R$ 4.084). A maior alta no período ficou no bairro da Bela Vista, com crescimento de 80,57% no preço do metro quadrado, que saltou de R$ 4.454 no fechamento de 2009 para R$ 8.043 na média entre janeiro e outubro deste ano. Mas também foram identificadas quedas de valores no período, como é o caso da Cachoeirinha, onde o metro quadrado dos lançamentos caiu 17,33%, de R$ 3.531 para R$ 2.919. O valor mais alto do metro quadrado entre os lançamentos ficou no bairro de Moema, onde ele é de R$ 10.513, o que representa alta de 20,21% frente aos R$ 8.745 do fechamento de 2009.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"b2000000"},{dDt_Noti:"29/11/2010",sHr_Noti:"12:20",sDc_Titulo:"Colliers vende área de R$ 1,4 bilhão em Suape",sDc_Texto:"A Colliers Internacional Brasil, subsidiária da consultoria canadense de soluções imobiliárias, ganhou a concorrência para comercializar uma área de mais de 12 milhões de metros quadrados no Cone Suape, localizado no município do Cabo de Santo Agostinho, a 40 quilômetros do centro de Recife e a seis quilômetros do Porto de Suape. O projeto, gerido pela Moura Dubeux, maior construtora do Norte e Nordeste do País, vai movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão e está preparado para receber cerca de 90 empresas que queiram se instalar no local nos próximos cinco anos. O Cone Suape está dividido em quatro áreas de negócios: logística, exportação, industrial e serviços, com previsão de construção de dois hotéis, shopping center, faculdade, centro médico, edifícios empresariais e agências bancárias. Todo o complexo deverá gerar 300 mil empregos durante a fase de construção e mais 30 mil permanentes após a conclusão dos trabalhos. Para conseguir atender a um projeto desse porte, a Colliers, baseada em São Paulo, abriu um escritório em Recife. #ASPAS#Ir para o Nordeste já estava nos nossos planos, o Cone Suape serviu como impulso#ASPAS#, diz Sandra Ralston, vice-presidente da Colliers. Além da comercialização da área do Cone Suape, a Colliers também vai oferecer serviços de apoio às empresas que estão chegando ao local, oferecendo consultoria nas áreas de financiamento bancário, licenças ambientais, fornecimento de água, energia e gás natural, entre outros. A construtora Moura Dubeux conta com a parceria do Fundo de Infraestrutura gerido pela Caixa Econômica Federal (FI-FGTS), que já aportou metade do investimento de R$ 1 bilhão previsto para o Cone Suape. Expansão. Os planos da Colliers em Recife vão além do Cone Suape. Segundo Sandra, a empresa pretende atender ao mercado aquecido das regiões Norte e Nordeste a partir da base pernambucana. Estão no foco os empreendimentos industriais, comerciais e residenciais em capitais como Fortaleza, Salvador, Natal e Belém do Pará. A empresa já tem operações em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nos próximos dois anos, a Colliers pretende abrir mais dois escritórios, um na região Sul, em Porto Alegre ou Curitiba, e outro em Belo Horizonte ou Brasília. #ASPAS#Esse é o melhor momento da Colliers em 13 anos de atuação no Brasil#ASPAS#, diz Sandra. Segundo ela, a Colliers quer focar cada vez mais os negócios de consultorias para grandes investidores, como fundos de investimento, fundos de pensão e incorporadoras. #ASPAS#Caminhamos para nos tornarmos os consultores do mercado imobiliário brasileiro#ASPAS#, diz Sandra. A consultoria tem 480 escritórios espalhados por 61 países, emprega 15 mil funcionários e fatura cerca de US$ 1,9 bilhão por ano.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101129/not_imp6466",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"af000000"},{dDt_Noti:"26/11/2010",sHr_Noti:"16:10",sDc_Titulo:"Mercado Imobiliário deve crescer 10% em 2011",sDc_Texto:"De acordo com o presidente da Acigabc Milton Bigucci, setor deve continuar em forte expansão na Região no próximo ano O volume de vendas no mercado imobiliário do ABCD deve crescer aproximadamente 10% em 2011. A avaliação foi feita pelo presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), Milton Bigucci, nesta quarta-feira (24/11). #ASPAS#Caso os incentivos à economia por parte do governo federal continuem e não ocorram crises econômicas graves, a expectativa é de que nos próximos anos a construção civil conquiste melhores resultados e o ABCD também continue expandindo cada vez mais#ASPAS#, disse Bigucci. De acordo com uma pesquisa realizada pela Acigabc, a nova #ASPAS#pegada#ASPAS# dos consumidores do ABCD é a opção por comprar um apartamento de três dormitórios. As vendas neste segmento foram de 2.672 unidades no acumulado deste ano, o que representa 50% no quadro geral de vendas. #ASPAS#O que se pode sentir nos plantões de vendas é que muitos casais que possuem um filho e moram em um apartamento de dois dormitórios estão começando ir à busca de um espaço maior e mais completo#ASPAS#, destacou. O estudo da entidade revelou ainda que as vendas registradas no terceiro trimestre no mercado imobiliário do ABCD atingiram um índice positivo de 32,9% nas vendas em relação a 2009. A pesquisa indicou também que foram vendidas 4.540 unidades até setembro. Já o número de lançamentos também foi significativo e registrou um aumento de 8,2% em relação ao ano passado. Foram 2.294 unidades lançadas em 2010 contra 2.120 lançamentos no ano passado. A pesquisa da associação indicou ainda que Santo André liderou os lançamentos no terceiro trimestre com (868 unidades), Diadema (825), São Caetano (389) e São Bernardo (212). Já no acumulado do ano o município andreense segue na primeira colocação com a marca de (2.096 unidades), São Bernardo (1.715), Diadema(1.481) e São Caetano (832). Os dados do estudo apontaram que o estoque acumulado é de 2.874 unidades.#ASPAS#O mercado está aquecido e se analisarmos o ritmo de vendas, esse estoque pode ser considerado muito baixo#ASPAS#, pontuou Bigucci. O presidente da entidade afirmou que há um déficit habitacional de 60 mil unidades na região, sendo que 90% encontram-se na faixa de preço estabelecido para financiamento do programa federal Minha Casa, Minha Vida - de R$ 130 mil. #ASPAS#É preciso que o limite de financiamento aumente para R$ 160 mil. Tanto em São Paulo como também no ABCD#ASPAS#, finalizou.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.acigabc.com.br/noticias.asp?id=UXHYVXN76J",sPa_Docto:"25600.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"78000000"},{dDt_Noti:"17/11/2010",sHr_Noti:"17:23",sDc_Titulo:"Carteira de crédito da CAIXA cresce 9,1%.",sDc_Texto:"
Volume de negócios supera R$ 51 bilhões; habitação tem recorde de R$ 54 bilhões
A Caixa Econômica Federal continua com o forte ritmo de crescimento nas suas operações de crédito, tendo atingido saldo de R$ 162,8 bilhões em setembro, com evolução de 9,1% no trimestre e de 45,4% em doze meses. O volume de negócios realizados nessas operações atingiu R$ 51,8 bilhões somente no terceiro trimestre, crescimento de 37,5% em relação a setembro de 2009. O banco novamente bateu recorde em contratações na área de habitação, que acumulou, nos nove primeiros meses deste ano, R$ 54 bilhões em contratações, superando os R$ 49 bilhões contratados durante todo o ano de 2009. No terceiro trimestre, a CAIXA alcançou um lucro líquido de R$ 748,7 milhões, ante R$ 877 milhões no mesmo período do ano passado. No ano, o resultado acumulado atinge R$ 2,4 bilhões, crescimento de 18,7%. Ao final de setembro, a instituição possuía patrimônio líquido consolidado de R$ 16,3 bilhões, expansão de 32,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. O índice de Basiléia no trimestre foi 17,04%, superior ao mínimo de 11% exigido pelo Banco Central do Brasil e que permite à CAIXA manter sua ação de expansão da oferta de crédito. Para a presidenta do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, #ASPAS#a expansão da carteira de crédito expressa o compromisso do banco público em democratizar o acesso ao crédito às famílias e empresas, dando assim continuidade à decisão estratégica de ampliar a participação da CAIXA no mercado com responsabilidade e segurança#ASPAS#. A captação líquida da poupança foi de R$ 5,0 bilhões no trimestre e R$ 9,2 bilhões no ano. A CAIXA permanece líder em caderneta de poupança com 34,25% de participação de mercado. Ao final do terceiro trimestre, o banco possuía R$ 400,2 bilhões em ativos consolidados. Os demais ativos administrados pela CAIXA totalizaram R$ 426,6 bilhões, destacando-se R$ 251,9 bilhões em FGTS e R$ 123,9 bilhões em fundos de investimento. No trimestre, os valores dos repasses com tributos e encargos sociais à União, estados e municípios, juntamente com juros sobre capital próprio, somaram R$ 894,2 milhões. Até setembro de 2010, esses repasses totalizaram R$ 2,6 bilhões.
Captações e Crédito
Os depósitos apresentaram saldo de R$ 203,4 bilhões, com a evolução de 18,5% na poupança que fechou setembro com R$ 123,3 bilhões em carteira. Os depósitos à vista cresceram 31,9% com saldo de R$ 18,5 bilhões. O patrimônio líquido total dos fundos de investimentos, incluindo os fundos de rede exclusivos administrados pela instituição, FI FGTS, FI FAR, FI FDS e FI de FIC, apresentou aumento de 15,5%, passando de R$ 252,4 bilhões em setembro de 2009 para R$ 291,4 bilhões em setembro de 2010. O saldo total das operações de crédito atingiu R$ 162,8 bilhões, 45,4% a mais que em setembro de 2009. Desse valor R$ 53,9 bilhões referem-se às operações de crédito comercial, sendo que o segmento pessoa física registrou saldo de R$ 26,4 bilhões, resultado 30,4% maior que setembro de 2009, enquanto o de pessoa jurídica chegou a R$ 27,5 bilhões, evolução de 31,7%. As contratações no crédito comercial somaram R$ 22,8 bilhões no terceiro trimestre de 2010, com R$ 12,1 bilhões em pessoa física e R$ 10,7 bilhões em pessoa jurídica. A CAIXA já emprestou R$ 2,2 bilhões em crédito para empresas da cadeia produtiva do turismo até o terceiro trimestre de 2010. A instituição está em primeiro lugar no ranking do Ministério do Turismo e se destaca entre os bancos oficiais com quase 63% dos recursos aplicados no ano. No crédito imobiliário as contratações somaram R$ 54 bilhões no ano, acumulando saldo de R$ 97,9 bilhões em setembro, crescimento de 55,8% em doze meses. O crédito destinado a saneamento e infraestrutura atingiu saldo de R$ 11,0 bilhões, uma expansão de 37,5%. No trimestre foram R$ 20,7 bilhões para crédito habitacional, valor 54,1% maior do que no mesmo período de 2009. Os financiamentos para moradia com recursos CAIXA e FGTS somaram R$ 16,1 bilhões, acréscimo de 43,5% em relação ao mesmo período de 2009. Por intermédio do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), neste trimestre, a CAIXA contratou mais de 122 mil unidades habitacionais, com investimentos de R$ 7,3 bilhões no período. Até setembro deste ano, as contratações dentro do Programa já superavam 665 mil unidades. A inadimplência total (atrasos superiores a 90 dias) do crédito na CAIXA, durante o terceiro trimestre de 2010, manteve-se estável em 2,0%, abaixo do percentual de setembro de 2009, que foi de 2,5%. A exemplo do que vem ocorrendo no mercado, a inadimplência da CAIXA continua regredindo em todos os segmentos de crédito. Nos créditos comerciais, o percentual de atraso fechou o mês de setembro em 2,9%, ante 3,6% apurados no mesmo período de 2009 e o crédito imobiliário apresentou inadimplência de 1,7%, inferior à registrada em setembro de 2009, que foi de 2,0%.
Cartões
A empresa encerrou o trimestre com 62,3 milhões de cartões, evolução de 6,1% se comparado ao mesmo período de 2009. Desse total, 57,0 milhões são de débito e 5,3 milhões, de crédito. No terceiro trimestre de 2010, a CAIXA assinou Memorando de Entendimentos com o Banco do Brasil e Bradesco, para fins de atuação conjunta na bandeira brasileira de cartões Elo, bem como de desenvolvimento de novos negócios relacionados a cartões pré-pagos sob a nova marca, mediante criação de empresa de meios de pagamento ou utilização de empresas já existentes e alinhadas ao negócio bancário.
Compromisso social
Como banco social, a CAIXA atua fortemente junto a população brasileira, possibilitando ao público de baixa renda o acesso a produtos e serviços bancários, além de executar com responsabilidade e competência as políticas assistenciais do governo federal. A Conta CAIXA Fácil foi responsável pela inclusão de mais de 122 mil brasileiros no sistema bancário no terceiro trimestre, beneficiando em média 649 pessoas por dia. No total, já são cerca de 7,4 milhões de contas registradas nessa modalidade. No terceiro trimestre, a CAIXA realizou mais de 37,5 milhões de pagamentos de benefícios dos programas sociais do governo federal, totalizando R$ 3,8 bilhões. Foram pagos 35,4 milhões de benefícios referentes ao Programa Bolsa Família, no valor de R$ 3,4 bilhões. Neste período, foram efetuados 47,8 milhões de pagamentos referentes ao FGTS, previdência social, seguro-desemprego, abono salarial, quotas e rendimentos do PIS, representando cerca de R$ 35,3 bilhões. Em 30 de setembro de 2010, a CAIXA contava com 81,8 mil empregados concursados e 16 mil estagiários e aprendizes e com mais de 38 mil pontos de atendimento entre agências, postos, salas de autoatendimento e correspondentes lotéricos para atender os 51,9 milhões de clientes, que realizaram cerca de 1,9 bilhão de transações somente no terceiro trimestre.
Premiações e Reconhecimentos
Pela sétima vez consecutiva a CAIXA está entre as melhores gestoras de recursos do país. O banco foi apontado como o Melhor Gestor de Fundos de Renda Fixa no ranking da Revista Exame. O prêmio foi concedido nas categorias de melhor gestor de Fundos de Renda Fixa no segmento gestão ativa e varejo. A CAIXA foi a vencedora do prêmio As 100 Mais Inovadoras no Uso de TI na categoria Finanças: Bancos e Seguradoras, idealizado pela revista InformationWeek Brasil. A premiação se destaca como o mais importante estudo de aplicação de inovação tecnológica do país.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"http://www.sinduscon-pr.com.br",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"ab000000"},{dDt_Noti:"17/08/2010",sHr_Noti:"10:44",sDc_Titulo:"BB quer estar entre os três maiores em crédito imobiliário",sDc_Texto:"O Banco do Brasil quer estar entre os três maiores bancos em financiamento imobiliário até 2013. A instituição, que hoje ocupa o quinto lugar neste mercado do país, colocou o setor imobiliário como um dos focos do seu crescimento e vai buscar o posicionamento principalmente via qualidade dos produtos e prazos de entrega. #ASPAS#Não tenho como aspiração ser um concorrente da Caixa, mas vamos aproveitar esse negócio usando nosso relacionamento com as empresas do setor#ASPAS#, afirmou o vice-presidente de Cartões do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, presente em evento em São Paulo para divulgação dos resultados do banco. A ideia do BB, segundo o executivo, é disputar neste mercado com os bancos privados. Um dos diferenciais da instituição é o montante disponível para o crédito imobiliário, que já soma R$ 7 bilhões. #ASPAS#Somos um entrante deste mercado já em posição privilegiada#ASPAS#, afirmou Caffarelli. No segundo trimestre, a carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil somou R$ 2,1 bilhões, frente ao total de R$ 1,9 bilhão registrados nos três primeiros meses do ano. No segundo trimestre do ano passado, por sua vez, a carteira somava R$ 1,1 bilhão. A meta do banco é atingir R$ 3 bilhões até o final deste ano. Em seu balanço divulgado hoje, o BB anunciou que encerrou o período de abril a junho com uma carteira da crédito total de R$ 326,5 bilhões, o que representa um crescimento de 29,3% em 12 meses e resulta em um market share de 20,1% detido pela instituição. Para pessoa física, o crédito somou R$ 101,1 bilhões, alta de 47,7%, enquanto para pessoa jurídica, a carteira totalizou R$ 135,6 bilhões, avanço anual de 31,2%.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Valor Online (16/08/10)",sPa_Docto:"bancobrasilucro.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"77000000"},{dDt_Noti:"12/08/2010",sHr_Noti:"10:01",sDc_Titulo:"Alta dos preços de imóveis não oferece riscos à economia",sDc_Texto:"São Paulo - A alta dos preços dos imóveis, sobretudo nos grandes centros urbanos como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, não é resultado de uma bolha imobiliária semelhante à dos Estados Unidos, em 2007, que causou a crise financeira mundial, afirmou hoje o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (1995/1998) José Roberto Mendonça de Barros. Responsável pela empresa de consultoria MB Associados, contratada pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) para realizar um estudo sobre o setor, Barros avalia que o aumento dos preços dos imóveis se sustenta principalmente no crescimento da demanda - provocada, em parte, pelo aumento da renda da população e pelas melhores condições de crédito - e não representa, ao menos em médio prazo e desde que mantidas as atuais condições - um risco à economia brasileira. De acordo com os dados apresentados hoje (11) pela Abecip, apesar do crescente volume de empréstimos, a inadimplência vem caindo ano a ano. Enquanto no ano de 2000, 12% dos contratantes deviam mais de três parcelas, no ano passado este percentual caiu para 2,5%. #ASPAS#Nossos estudos sugerem que não existe uma bolha imobiliária no Brasil. Não há qualquer exagero no volume de empréstimos que estão sendo concedidos e a proporção de recursos próprios usados na compra de imóveis ainda é muito alta. Além disso, os financiamentos são bastante controlados e o país está crescendo, o que faz com que a massa salarial e a capacidade de pagamento aumentem#ASPAS#, disse o economista ao fim da apresentação dos resultados da concessão de crédito imobiliário e do desempenho da caderneta de poupança durante o primeiro semestre. Segundo Barros, após décadas de baixo crescimento da construção civil no Brasil, o aumento do poder aquisitivo de parcela da população, a estabilidade econômica, a maior disponibilidade de financiamentos e a queda da taxa de juros (ainda considerada alta) permitiu o gradativo aumento da demanda por unidades habitacionais. #ASPAS#De repente, o aumento substancial da demanda pressionou a produção, que ainda é pequena#ASPAS#, disse, explicando que isso forçou a alta dos preços. Algo que continuará pelos próximos anos, mas que, de certa forma, de acordo com Barros, deverá ser compensado por um esperado crescimento da renda. A estimativa da MB Associados é de que a massa de renda dos trabalhadores brasileiros aumente, em média, 8% entre 2009 e 2015.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"Agência Brasil (11/08/10) - Alex Rodrigues",sPa_Docto:"",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"7a000000"},{dDt_Noti:"11/08/2010",sHr_Noti:"10:01",sDc_Titulo:"Crédito imobiliário com dinheiro da poupança cresce 77%",sDc_Texto:"O volume de empréstimos concedidos com dinheiro das cadernetas de poupança para financiamento imobiliário somaram R$ 23,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, 77% mais do que no mesmo período do ano passado. De acordp com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), divulgados nesta quarta-feira (11), o resultado foi o melhor da história dos agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que abrange os bancos brasileiros. Em junho, o volume de empréstimos concedidos para o setor foi de R$ 5,27 bilhões, 78% superior em relação a junho de 2009, e 24% maior que as contratações do mês anterior. Ainda de acordo com a Abecip, foram financiadas 40,8 mil unidades em junho, um novo recorde histórico segundo a entidade. Em junho de 2009, o número de operações foi de 25,8 mil unidades. Para 2010, a Abecip prevê financiamento total de 450 mil unidades, no valor de R$ 57 bilhões. Nos últimos 12 meses até junho, foi financiado um volume total de R% 44,4 bilhões. A captação líquida de depósitos de poupança foi e R$ 3,6 bilhões em junho. No semestre, o volume chegou a R$ 8,8 bilhões, quase cinco vezes superior ao volume registrado no primeiro semestre de 2009.",sDc_Link:"",sDc_TituloLink:"G1 (11/08/10)",sPa_Docto:"CASA.jpg",nId_LinkDireto:"0",nId_Destaque:"0",rowid:"79000000"}]
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